terça-feira, 16 de agosto de 2011

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Aviões a 9.000 km por hora? É provável.

“Suas aeronaves também vão mudar. O sistema que vocês usam de propulsão é velho e demorado. A queima de combustível para empurrar uma turbina é tão antiquada, que vocês ficariam com vergonha ao ver como nossa nave se deslocava em pleno ar 500 mil anos atrás. A queima de substâncias fósseis vai levar o planeta Terra à exaustão. O aquecimento da atmosfera feito por um avião que leva 200 passageiros equivale a uma caldeira de 500 toneladas ligada no máximo dia e noite por 36 horas. Agora multiplique isso por 20.000 aeronaves. Multiplique por 100 mil aeronaves. Quantas aeronaves vocês têm em todo o planeta? Agora junte tudo isso aos carros, que equivalem a pequenas chaminés móveis jogando gás carbônico na atmosfera todo o tempo, por 100 anos. Percebem que vocês vão ter que mudar? Suas naves vão passar inicialmente por um misto de propulsão a eletrocinética, ou seja, vão passar a interagir com ondas eletromagnéticas que existem no ar de todo o planeta e através de transformadores de energia vão captar estes raios da atmosfera e transmutá-los em ondas contrárias, ou seja, ela capta a energia do ar e ao mesmo tempo as expulsa, só que de forma antagônica e modificada. Para isso, as naves terão de ser feitas de matéria ultraleve e forrada de sensores magnéticos que, como ímãs, vão atrair o combustível eletromagnético farto em sua atmosfera. Com naves mais leves e movidas praticamente a ar, sua velocidade deve pular em um primeiro momento dos habituais 900 km dos aviões comerciais para 9000 km por hora.”
Saiba mais lendo o “Livro dos Uranianos”