quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

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O TEMPO NÃO EXISTE! SERÁ QUE EINSTEIN ESTAVA CERTO AO AFIRMAR QUE O TEMPO É MERA ILUSÃO?

O tempo não existe, ou melhor: O tempo só existe no contexto Biológico/psicológico.
Einstein disse:
“Para aqueles de nós que acreditam na física, esta separação entre passado, presente e futuro é somente uma ilusão.”
- “For those of us who believe in physics, this separation between past, present and future is only an illusion.”
- citado em: “Proceedings of the series of Seminar-Workshop and Exhibit on Oral and Local History: theme: the centennial goes to the barrios”, Volume 2‎ – Página 50, de Gloria Martinez Santos, National Historical Institute (Philippines) – The Institute, 1998
Para Einstein, o tempo não existe de fato, ou melhor, não existe um “Tempo real, ou um tempo absoluto”, como afirmava Newton.
Até os dias de hoje, muitos físicos contestam esta declaração de Einstein, e afirmam taxativamente, que o tempo é algo que, apesar de relativo, possui existência real e não é apenas uma mera ilusão.
Para podermos chegar a uma conclusão que defina qual afirmação é mais correta, necessitamos primeiramente levantar alguns dados de pesquisa para as seguintes perguntas:
O que é tempo? Como surgiu a atual divisão de tempo, o que é metro e como surgiu a sua normatização?

Através do levantamento desses dados, poderemos identificar alguns possíveis problemas que acontecem ao se utilizar o tempo em fórmulas matemáticas, que tentam explicar o funcionamento do nosso universo.
Se o tempo não é padrão, não é absoluto, não é real e não é lógico, ou seja, se o tempo é relativo e dependente, ele não pode ser utilizado em computação matemática para se chegar a algum resultado de padrão lógico.
A questão é que todas as observações sobre o tempo nos levam a conclusão de que ele realmente é relativo, confirmando as teorias de Einstein.
Einstein percebeu que o tempo era relativo, mas não percebeu também, que o tempo em si, a forma como mediamos o tempo, era falho, pois esta medida não tinha um embasamento universal baseado na natureza, mas sim, local, baseado em uma criação artificial e regional de medida de tempo, invalidando dessa forma, a criação de uma matemática realmente coerente, universal e funcional.
E pesquisando mais sobre aquilo que percebemos como tempo, concluímos que nada mais é, do que o efeito ilusório de nossas percepções, que nos propicia a sensação de localização e movimento num espaço tridimensional.
A nossa medida de tempo:
A medida de tempo que nós usamos, foi-nos herdada dos Sumérios, desde longínquos 8.000 anos atrás, que, por motivos religiosos, sentiram a necessidade de marcar o tempo de forma que ela pudesse ser mais divisível e dessa forma, se localizarem em um mundo em constante movimento, tornando assim a vida, algo mais “controlável e localizável”.
Antes dos sumérios, no início de nossa evolução, o tempo era dividido de forma muito mais simples, primeiramente dividíamos o tempo entre: dia e noite, mais tarde, passamos há dividir o dia em: manhã e tarde, e a noite em: anoitecer e madrugada, e esta divisão foi mais ou menos satisfatória por milhares de anos, até a chegada dos sumérios.
Os Sumérios acreditavam na existência de alguns números mágicos e, portanto, sagrados. Destes, destacava-se o número 60 que era usado para designar o deus pai de todos os outros deuses, o deus: AN (ANU), o outro número sagrado para os sumérios, era o número 12 e representava a família de Anu, o panteão principal da religião suméria, formado por Anu, pela sua esposa, pelos seus filhos, esposas dos seus filhos e netos, e que estavam acima e comandavam os demais deuses do panteão geral sumério.
Para homenagear estes deuses principais, os sumérios então, dividiram o dia e a noite em doze ciclos cada, cada ciclo representava um dos doze deuses principais, sendo que cada ciclo era dividido em sessenta subciclos e cada subciclo, era subdividido em sessenta miniciclos, indicando assim, que cada membro do panteão de doze era fruto e possuía em si mesmo, a semente de ANU.
Uma vez que esta divisão de tempo era muito satisfatória e resolvia a questão da divisão do tempo de forma criativa, ela passou a ser usada também pelos povos que faziam fronteira com os sumérios, e com o passar dos anos, se disseminou por todo o mundo antigo, mas, sem o caráter religioso em que estava embasado, e chegou até nós, sem modificações, aos dias de hoje.
Mas, a questão que se coloca, é que a divisão do tempo em si, só existe como fator psicológico. Sentimos a necessidade de criar uma medida artificial, ao qual damos o nome de “Tempo”, para podermos nos localizar num ambiente tridimensional dotado de movimento.
E esta medida de tempo, é ainda muito mais relativa do que Einstein supunha, pois ela nasce de um fator biológico, que traduzimos como algo de origem natural, mas na verdade, sendo algo de origem psicológica e acreditamos ilusoriamente ser ela, algo de fato, real!
Podemos dizer poeticamente que: “O universo “não utiliza escalas de tempo para funcionar”, o universo “funciona” utilizando outros mecanismos matemáticos muito mais precisos”.
Mas esses mecanismos precisam ser traduzidos em uma linguagem não matemática para que possamos entender o seu funcionamento, a essa linguagem, damos o nome de “tempo”.
A Ilusão psicológica do tempo:
Cada ser vivo é dotado do que poderíamos classificar como: um “relógio biológico”, que regula o funcionamento e duração de todo o organismo.
Esse “relógio”, na verdade, não é baseado em “tempo”, mas nós inconscientemente o traduzimos como sendo algo temporal.
E cada espécie de ser vivo, tem uma “regulagem diferente de tempo biológico”, que dita o seu nascimento, amadurecimento e morte.
Esta “regulagem” faz com que cada espécie sinta a “passagem do tempo”, de uma forma diferente.
Vamos usar como parâmetro de explicação, o fluxo de vida de um ser humano e compará-lo com o ciclo de vida de duas outras espécies diferentes.
Uma delas, de ciclo de vida curto e outra, de ciclo de vida longo, tendo por base o ciclo de vida humano que é em torno de 80 anos.
Tomemos por exemplo, o ciclo de vida de uma espécie de mosca doméstica que, entre seu nascimento, amadurecimento, procriação e morte, têm seu “relógio biológico” regulado para funcionar em apenas um dia de existência, (esta mosca, tem um ciclo de vida de mais ou menos 26 horas).
Para essa mosca, a percepção de tempo é totalmente diferente da percepção de tempo de um ser humano.
Para ela, ao fim de sua vida, ela “sentirá”, que viveu tanto quanto um homem que viveu 80 anos.
A percepção de tempo da mosca, regulado pelo seu relógio biológico, flui de forma muito mais lenta, do que a percepção de tempo do relógio biológico de um ser humano.
Agora, tomemos como exemplo uma espécie que vive muito mais tempo que o ser humano:
O molusco Arctica Islândica, vive em média, 400 anos, mais que o quadrúplo da vida de um ser humano.
A percepção de tempo desta espécie, também flui de forma diferente da percepção do homem ou da mosca.
Para ela, a percepção de seu ciclo de vida, entre nascimento amadurecimento, procriação e morte, durará tanto quanto a de um ser humano.
Isso acontece porque, para ela, o tempo flui mais rápido, pois foi regulado por seu relógio biológico, de forma diferente da de um ser humano.
Einstein estava correto ao afirmar que o tempo é relativo, mas não percebeu a dimensão desse relativismo.
O tempo flui de forma diferente para cada espécie de ser vivo, pois cada espécie tem uma regulagem biológica diferente, aperfeiçoada pela evolução, mudando a sua percepção psicológica de passagem do tempo.
Então, se o tempo é relativo e não existe de fato, ele não pode ser usado como dado de computação em uma fórmula matemática.
Mas se assim o é, como podemos calcular os eventos que acontecem à nossa volta?
Que mecanismos computacionais matemáticos precisos podem ser usados para medir os eventos que acontecem na natureza?
Antes de solucionar esta questão, é preciso apresentar outro problema, que é o sistema de medidas que usamos para calcular distâncias e apresentar uma solução que possa ser usada de forma eficiente nos dados computacionais.
Geralmente, nos vangloriamos sobre a nossa matemática, dizemos que ela é uma linguagem universal, ou seja, qualquer ser inteligente não humano vivendo em qualquer planeta do universo poderá traduzir e entender uma fórmula matemática criada por seres humanos.
Já vimos que isso não é correto, uma vez que em nossas fórmulas, usamos o conceito artificial e impreciso de tempo, mas o buraco é ainda mais embaixo…
Vamos agora, fazer um experimento mental:
Vamos imaginar que um ser de outro planeta, viajando em uma espaçonave das gerações, que percorreu uma distância enorme, consiga chegar até o nosso planeta.
Ele aprende uma de nossas línguas e começa a conversar com um físico, e este físico lhe diz o seguinte: “A luz viaja a uma velocidade de 3000.0000 km por segundo.”.
O ser de outro planeta, possivelmente irá olhar para o físico, com uma “cara de pastel” e lhe responderá: “Eu não entendi absolutamente nada do que você disse…”.
Isso irá acontecer, porque este ser é descendente de seres que nasceram em um planeta que pode ser menor ou maior do que o nosso, esse planeta pode girar em torno de sua estrela natal, com uma órbita maior ou menor do que a nossa, e este planeta poderá girar em torno de si mesmo, mais vagarosamente ou mais rapidamente do que o nosso.
Para este ser, medidas como velocidade, distância e tempo, serão completamente diferentes das nossas medidas.
Outro problema, é que, possivelmente, a civilização deste viajante que conseguiu desenvolver viagens espaciais para outros sistemas estelares, com certeza terá desenvolvido um sistema de medidas que seja universal, baseado em eventos naturais, e não em eventos artificiais como acontece conosco.
Já vimos que a nossa medida de tempo é artificial, pois o tempo é relativo e por esse motivo é não computável, agora, lhes apresento o Metro, outra medida artificial e não baseada em eventos universais:
O metro (símbolo: m) é uma unidade de medida de comprimento que tem como base a padronização das dimensões do planeta Terra, integradas ao sistema numérico decimal, ou seja, para se encontrar a medida básica de “um metro”, é preciso fracionar os 90º correspondentes ao quadrante de um meridiano terrestre, em 10.000.000 de partes iguais, e uma delas, terá o mesmo comprimento de um metro, no entanto, por motivos de mais precisão, já que a terra não poderia ser uma esfera perfeita, o metro padrão ficaria aferido pelos “institutos de pesos e medidas” como sendo: “o mesmo comprimento, equivalente a 1 metro, é o espaço percorrido pela luz no vácuo, durante o intervalo de tempo correspondente à 1/299 792 458 segundo” (unidade de base ratificada pela 17.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas em 1983).
Começou a sentir o drama?
Agora, façamos outro experimento mental, usando a medida “metro”:
Vamos imaginar uma mesa com 1 metro de comprimento.
Agora, pegamos esse metro e o dividimos em 100 centímetros.
Agora, pegamos um, desses cem centímetros, e o dividimos em 10 milímetros.
Agora, peguemos um, desses milímetros, e o dividimos em 10 partes iguais.
Pegue uma dessas novas partes e a divida em dez…
Se você continuar dividindo cada uma nova parte, em dez partes iguais, você irá passar a sua vida inteira fazendo divisões e nunca chegará ao fim, se você tivesse uma vida eterna, você passaria essa vida fazendo esta divisão eternamente.
Só pra te deixar mais maluquinho, faça o mesmo experimento usando a nossa medida de “tempo.”.
Pegue 1 hora e a divida em 60 minutos.
Pegue um minuto e divida em 60 segundos.
Pegue 1 segundo e divida em 60 partes.
Pegue uma dessas novas partes e divida em 60 novas partes…
Novamente, você vai ficar o resto da sua vida fazendo divisões no tempo e elas nunca chegarão ao fim.
Por que isso acontece?
Isso acontece porque nossas medidas de tempo, velocidade e distância são artificiais e não baseadas em eventos naturais.
Então, se usamos medidas artificiais regionais e imprecisas, e não: naturais, universais e precisas, como base computacional em nossas equações, como podemos afirmar que nossa matemática é uma linguagem universal?
Não podemos, simples assim…
Quais seriam as soluções para utilizarmos medidas confiáveis, elas existem?
Sim, existem!
O primeiro passo é descobrir qual é a menor partícula existente em nosso universo.
No caso hoje, sabe-se que a menor partícula existente é o Fóton.
Se descobrirmos qual é a sua massa correta, poderemos, a partir dessa massa, calcular o seu diâmetro, e dessa medição, classificá-la como a menor fração de medida existente, pois, não existe nada menor do que ela, e assim, criar uma escala de medida precisa, onde o fóton seria a menor medida escalar existente.
Mas Einstein não disse que: ”O fóton não possui massa.”?
Hoje, vários físicos tem contestado essa afirmação e estão em busca da confirmação de suas suspeitas, o fóton tem massa, apesar de ser quase nula e irrisória, mas, possivelmente possui massa, sim.
Aguardemos essa confirmação ou o descarte da mesma.
Se o fóton realmente não possuir massa, poderemos usar como referência, o neutrino, este, já está confirmado que possui massa e possui também rotação em torno de seu próprio eixo e, por enquanto, é a menor partícula existente a possuir massa e rotação comprovadas.
Independente sobre qual dos dois for, fóton ou neutrino, toda partícula possui um movimento de rotação, toda partícula gira ao redor de seu próprio eixo, se o fóton ou o neutrino, é a menor partícula, sua rotação é a menor rotação que existe, calculando-se a rotação em seu próprio eixo, poderemos usar esse resultado, como sendo: A menor fração de tempo existente, e daí, usa-la como referência para uma escala de tempo precisa.
Mas, fique atento ao seguinte detalhe:
Esta escala de tempo apesar de ser precisa, mesmo assim, não poderia ser usada em equações matemáticas, ela só poderia ser usada depois, para “traduzir essas equações”, em uma linguagem que possa ser:
“Compreensível para nós, meros mortais, que não temos a formação acadêmica necessária, para deduzirmos equações matemáticas puras e também, por necessitarmos de uma medida de tempo artificial que satisfaça nossa dependência psicológica, de nos localizarmos em um universo tridimensional em movimento.”
Uma civilização que tenha conseguido desenvolver viagens interplanetárias, possivelmente chegará à mesma solução e usará essa escala de tempo artificial, mas precisa, e a medida de massa natural, também precisa, para se localizar em um espaço tridimensional em movimento, para navegar entre as estrelas, pois essa seria então, uma verdadeira linguagem matemática universal confiável.
E pra finalizar, se você um dia se encontrar com um E.T., lembre-se, não suponha que um extraterrestre tenha a mesma noção de ano, que a sua, pois o nosso ano é baseado no movimento de nosso planeta ao longo de uma órbita completa em torno de nossa estrela, e só serve de referência para nós, e não para ele, então nunca diga: “Seu planeta está a X anos luz de distância do nosso.”.
Complicado, né?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

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Biblioteca de Alexandria

Uma das maiores perdas da humanidade, atrasou a evolução científica por mais ou menos 5.000 anos.

A Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Ela floresceu sob o patrocínio da dinastia ptolemaica e existiu até à Idade Média, quando alegadamente foi totalmente destruída por um incêndio cujas causas são controversas.

Acredita-se que a biblioteca foi fundada no início do século III a.C., concebida e aberta durante o reinado do faraó Ptolemeu I Sóter ou durante o de seu filho Ptolomeu II. Plutarco (46 d.C.–120) escreveu que, durante sua visita a Alexandria em 48 a.C., Júlio César queimou acidentalmente a biblioteca quando ele incendiou seus próprios navios para frustrar a tentativa de Achillas de limitar a sua capacidade de comunicação por via marítima. De acordo com Plutarco, o incêndio se espalhou para as docas e daí à biblioteca.

No entanto, esta versão dos acontecimentos não é confirmada na contemporaneidade. Atualmente, tem sido estabelecido que a biblioteca, ou pelo menos segmentos de sua coleção, foram destruídos em várias ocasiões, antes e após o século I a.C.

Destinada como uma comemoração, homenagem e cópia da biblioteca original, a Bibliotheca Alexandrina foi inaugurada em 2002 próximo ao local da antiga biblioteca.


História


Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Faleros sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2002 próximo ao sítio da antiga.


Conta-se que um dos incêndios da histórica biblioteca foi provocado por César. Em caçada a Pompeu, o seu inimigo de Triunvirato (formado por Pompeu, Crasso e ele), César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra.


Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse fugir de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca.


A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.


De facto, existiram duas grandes Bibliotecas de Alexandria. A Biblioteca Mãe e a Filha. De início a Filha era usada apenas como complemento da primeira, mas com o incêndio acidental (por Júlio César), no século I, da Biblioteca Mãe, a Filha ganhou uma nova importância. Vinham sábios de todo o mundo para Alexandria e debatiam os mais variados temas. Em 272 d.C., durante a guerra entre o imperador Aureliano e a rainha Zenóbia, a Biblioteca Filha foi provavelmente destruída, quando as legiões de Aureliano tomaram a cidade de assalto.


A lista dos grandes pensadores que frequentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta.


Os Grandes Nomes da Alexandria Antiga


Euclides: Matemático do século IV a.C.. O pai da geometria e o pioneiro no estudo da óptica. Sua obra Os Elementos foi usada como padrão da geometria até o século XIX.


Aristarco de Samos: Astrônomo do século III a.C.. O primeiro a presumir que os planetas giram em torno do Sol. Usou a trigonometria na tentativa de calcular a distância do Sol e da Lua, e o tamanho deles.


Arquimedes: Matemático e inventor do século III a.C.. Realizou diversas descobertas e fez os primeiros esforços científicos para determinar o valor do pi (π).


Calímaco (c. 305–c. 240 a.C.): Poeta e bibliotecário grego, compilou o primeiro catálogo da Biblioteca de Alexandria, um marco na história do controle bibliográfico, o que possibilitou a criação da relação oficial (cânon) da literatura grega clássica. Seu catálogo ocupava 120 rolos de papiro.


Eratóstenes: Polímata (conhecedor de muitas ciências) e um dos primeiros bibliotecários de Alexandria, do terceiro século a.C.. Calculou a circunferência da Terra com razoável exatidão.


Galeno: Médico do século II d.C.. Seus 15 livros sobre a ciência da medicina tornaram-se padrão por mais de 12 séculos.


Hipátia: Astrônoma, matemática e filósofa do século III d.C.. Uma das maiores matemáticas, diretora da Biblioteca de Alexandria. Por ser pagã, foi assassinada durante um motim de cristãos.


Herófilo: Médico, considerado o fundador do método científico, o primeiro a sugerir que a inteligência e as emoções faziam parte do cérebro e não do coração.


Ptolomeu: Astrônomo do século II d.C.. Os escritos geográficos e astronômicos eram aceitos como padrão.
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A verdade sobre os Ovnis

UFOs não são o produto de imaginação hiperativa. UFOs existem e fizeram contato com a gente muitas vezes desde a nossa chegada na Terra. Por milênios, governos e indivíduos já se perguntaram o que os OVNIs são. UFOs aparecem repetidamente na arte desde o tempo dos desenhos rupestres até o presente são mencionados em todas as religiões desde a aurora dos tempos. UFOs são reconhecidos como real por todos os níveis de governo e a grande maioria dos seres humanos.Abaixo algum dos líderes mundiais que já admitiram a existência.

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Olhei pela janela (do Air Force 1) e vi esta luz branca. Foi em ziguezague ao redor. Fui até o piloto e disse: Você já viu algo parecido? Ele ficou chocado e disse: "Não.." E eu disse-lhe: "Vamos segui-lo!" Nós seguimos por alguns minutos. Era uma luz branca brilhante. Seguimos para Bakersfield e, de repente, para nossa surpresa, ele foi direto para o céu. Quando desci do avião, disse Nancy tudo sobre ele. "- Presidente Ronald Reagen

"O fenômeno dos UFOs, realmente, existe e deve ser tratada com seriedade."
Mikhail Gorbachev

"Eu não rio das pessoas que dizem que já viram um Ovni.pois eu já vi! "
- O presidente Jimmy Carter

"Contato extraterrestre é um fenômeno real. O Vaticano está a receber muita informação sobre extraterrestres e seus contatos com os seres humanos a partir de seus núncios (embaixadas) em vários países. "
Monsenhor Corrado Balducci (do Vaticano Papa Comissão olhando para encontros com extraterrestres)

Os Extraterrestres na Biblia


Fomos colocados no planeta Terra como prisioneiros porque somos uma ameaça muito real à paz interestelar. Tenha a certeza,que virá um dia de ajuste, um dia quando tudo sobre OVNIs e extraterrestres será dado a conhecer. Ele vai se desdobrar em uma de duas maneiras: 1) Vão alterar geneticamente a humanidade para reparar o defeito genético (s) que causam a doença mental e comportamento criminoso para ser recebido de volta na sociedade intergaláctica, 2) Nós não vamos  fazer nada e não podemos travar uma guerra que não podemos ganhar.

O acompanhamento e as avaliações que foram realizadas por OVNIs nos últimos cinqüenta mil anos foram para monitorar nossos empreendimentos, e, qualquer ameaça de fuga. O relógio está correndo, a contagem regressiva já começou. Com cada novo avanço que fazemos para a viagem interestelar e intergaláctico residência, nós acelerar o inevitável confronto com os nossos parentes extraterrestre (positivo ou negativo) e, possivelmente, outras formas de vida inteligentes.

"Com o controle do universo em jogo, um programa intensivo é imperativo. Nós produzimos a bomba atômica, no âmbito do Projeto Manhattan , em um tempo incrivelmente curto. As necessidades, a urgência hoje, são ainda maiores. A Força Aérea deve terminar sigilo UFO, apresentar os fatos para os cientistas, o público, ao Congresso. Uma vez que as pessoas percebem a verdade, eles de volta, mesmo a demanda, um programa intensivo ... pois esta é uma raça que não se atrevem a perder. "
Major Donald E Keyhoe USMC, NICAP

"A próxima guerra mundial será uma guerra interplanetária. As nações da Terra devem algum dia fazer uma frente comum contra o ataque de povos de outros planetas. A política do futuro será cósmica, ou interplanetária. "
General Douglas MacArthur (o único oficial militar norte-americano a ocupar o posto de Marechal de Campo)

"Que não haja dúvida. Tecnologia alienígena colhida da 'queda'  em Roswell, Novo México, em julho de 1947, levou diretamente ao desenvolvimento do chip de circuito integrado, laser e tecnologias de fibra óptica, feixes de partículas, sistemas de propulsão eletromagnética, capacidades furtivas, e muitos outros! Como eu sei? Eu estava no comando! "
- O coronel Philip Corso (oficial do Exército de Inteligência, ex-chefe da Tecnologia Exterior de Pesquisa do Exército dos EUA e do departamento de Desenvolvimento do Pentágono)

Por que um acidente de espaçonave alienígena perto de Roswell, Novo México?

Apesar de uma quantidade incrível de informações sobre a nave alienígena que caiu perto de Roswell, Arizona, poucos resolveram o mistério de por que. Falha mecânica, falha de energia, falha do operador ... a lista de razões sugeridas vai sobre e sobre. A "queda" não foi um acidente em tudo, era o campo de destroços deixados depois de um OVNI foi destruído por outro OVNI. Há duas possibilidades para a acção: 1) um navio de simpatizantes teve, ou ia, iniciar o contato e foi pego, 2) alguma coisa ruim foi impedido de acontecer que não temos consciência  ainda.

O grande número de avistamentos de OVNIs pode ser uma indicação de que existem formas de vida diferentes de monitoramento e avaliação de nós, talvez até ciborgues, que representam a variação nas descrições dos ocupantes de OVNIs em relatos de abdução. Não há dúvida de que estamos sendo observados muito, muito de perto, e devido às nossas tecnologias de detecção rápida evolução, mais secretamente do que nunca.
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Terra oca

Por muito tempo eu fiquei intrigado com o conceito da Terra Oca. Lembro-me de ler o livro de Raymond Bernard sobre o assunto (The Hollow Earth - 1979)e senti uma forte afinidade com a idéia. Em seguida, li um livro estranho chamado "Etidorhpa", de John Uri Llyod escrito no final dos anos 1890, sobre uma pessoa que viajou da superfície externa à superfície interna da Terra e realização quando chegou ao centro da crosta terrestre. Mas antes que eu perca os nossos leitores, deixem-me definir o que afirma a teoria da Terra oca!



Segundo o Sr. Bernard (ver diagrama acima) nosso mundo é oco, com a crosta da terra como sendo de 800 quilômetros de espessura. Existe duas aberturas no Norte e Pólo Sul, cada buraco com uma circunferência de 1.400 quilômetros de largura. No centro da terra não é um núcleo fundido, mas um sol interior que é seiscentos milhas de largura e é 2900 km de as superfícies internas. O diâmetro do lábio na abertura nos pólos é de 1200 km de comprimento, assim, uma pessoa não pode ver o outro lado da abertura.

Portanto, existe três mundos em nosso planeta, a superfície externa, onde vivemos, a terra do meio, que supostamente está alinhada com muitas cavernas, túneis (feita por alguém), cidades do interior e as pessoas que lá vivem e, finalmente, a superfície interna. Como a gravidade funciona, então é o seguinte. Para as pessoas que vivem na superfície externa, gravidade mantém-los. Para as pessoas que vivem na terra média, quanto mais próximo de chegar ao centro da crosta (ou seja - 400 milhas para baixo), a gravidade menor efeito terá sobre eles. No livro, "Etidorhpa", quando esta pessoa viajar para a terra atingiu o centro de gravidade, ou seja, onde não há gravidade --- ele era capaz de se mover pelo poder de sua mente, seu coração parar de bater e eles não precisam comer. Ele descreveu a vegetação gigantesca que vive debaixo da terra como esta menor força da gravidade permite que as coisas crescem. Por último para as pessoas que vivem na superfície interna, eles também sentem a gravidade puxá-los para andar nesta superfície, mas uma vez que existe um sol interior (chamado de "Atoma", de Michael canalizador Kant que aparece em nossos Mistérios livro Caveira de Cristal dos crânios de cristal revelados) teriam luz solar 24 horas por dia. Não é supostamente massas terrestres e massas de água que existem no interior da Terra, o mesmo que a superfície externa, exceto a vibração e energia no interior da Terra é mais puro e de uma maior frequência vibracional (alguns dizem que uma freqüência).


Para as pessoas que pretendiam viajar para o interior da Terra, afirmam que as pessoas que encontram nesta região são geralmente muito altas. Algumas pessoas têm especulado que outros descendentes da Atlântida e da Lemúria vivem nesta Utopia Interior e, portanto, são milhares de anos à nossa frente tecnologicamente e espiritualmente. Alguns outros dizem que possivelmente os maias podem ter ido para este local, bem como, para explicar de onde eles desapareceram. Novamente, de acordo com nosso canalizador Michael Kant, ele afirma que 12 espécies aliens vieram para a nossa Terra há muito tempo, e criaram sua primeira cidade subterrânea na área Corners 4. Cada raça trouxeram com eles um crânio de cristal corpo e que continha o código genético codificado de sua raça e seus conhecimento cósmico. Seis tribos decidiram permanecer na superfície da Terra e seis tribos entraram na Terra Interna. Agora toda a tribo 12 existem na Terra Interna. Acredita-se também que outras raças extraterrestres podem ter bases no interior da Terra também. Michael descreve no nosso livro que está sendo tomado por uma nave espacial Pleiadiana e deu um passeio pelo interior da Terra.

Leia também: Atlântida realmente existiu? Conheça os mistérios do Continente perdido!

Outra conexão com a Terra Interna relaciona-se com o Almirante Byrd. É suposto que quando o almirante passou a explorar o Pólo Norte que ele realmente entrou na Terra Interna na abertura neste pólo. Incluído abaixo, você verá um diário supostamente pelo Almirante Byrd que discute ele fez contato com um povo avançadas nesta área que lhe mostrou o seu mundo e pediu para ele levar uma mensagem de volta para os moradores da superfície e do governo de sua preocupação com um futuro visão que tinha do nosso destruindo nosso mundo e uma vez que esta é sua casa também, é claro que queria evitar isso. Se tais pessoas não existem, teorizou-se que, possivelmente, alguns dos UFOs que vemos não são extraterrestres, mas intraterrestres, como nossos irmãos mais velhos manter um olho em nós. Seria necessária uma nave espacial que possa negar a força da gravidade para voar para fora fora das aberturas polares como a gravidade puxaria qualquer embarcação ou avião para seguir a superfície externa-a-interior. Outro canal espiritual que temos estado em comunicação com Christine Hayes é da Estrela de Isis Foundation, em San Antonio, Texas. Ela afirma estar recebendo informações telepática das pessoas que vivem no interior da Terra.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

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Aliens? Geneticista afirma que crânios encontrados no Peru não têm DNA humano



O material genético dos crânios de Paracas não se relaciona com o de nenhuma espécie terrestre




Recentemente, uma série de crânios estranhos foram encontrados no Peru e a notícia mais intrigante é que o DNA dos crânios não tem nenhuma relação com o DNA humano. A informação foi revelada pelo diretor assistente do Museu Paracas, Brien Foerster, e tem dado o que falar - pode significar que a ciência está perto de ter uma prova da existência de uma espécie inteiramente nova, que alguns diriam se tratar de uma espécie alienígena

Leia também : 

Você ainda não acredita nas evidencias de vida extraterrestre? Dê uma olhada nisso!


Fonte: Noticías R7
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A Colonização de Mundos em Busca de Ouro

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   O disco alado, símbolo dos Anunnaki de Nibiru


O texto abaixo é uma semi-tradução, adaptação e resumo de parte do artigo A different story of the Anunnaki, de Estelle Nora Harwit Amrani, publicado em janeiro de 1999 no website Vibranis One Source e republicado pela biblioteca virtual Pleyades em agosto de 2000. A autora alega que as informações apresentadas foram obtidas por experiência e conhecimentos próprios além de ter recebido "comunicados" telepáticos com entidades metafísicas (contatos não físicos). 

Os homens não foram criados diretamente por Deus. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como os Anunnaki.

A história da existência do homem sobre a Terra é quase sempre um relato mítico e, não raro, relacionado a personificações dos planetas, potências cósmicas. Encarados, em geral, como engenhosa fantasia dos antigos, como um jogo psicológico para explicar o que não se sabe, os mitos, entretanto, nascem de uma verdade. Em todo o mundo as mesmas histórias são contadas, sobre como os deuses criaram a humanidade [MITOS DE CRIAÇÃO], como foram instrutores de toda a cultura tecnológica e inspiradores das expressões artísticas, e a fatalidade, os dilúvios - "catástrofe das águas".
Os deuses da antiguidade são seres que transitam nos céus, voam! Muitas vezes usando trajes extravagantes, são possuidores de extraordinárias habilidades; há gigantes (os Anakim), guerras de época entre facções inimigas e outros temas, sempre recorrentes por mais distantes que dois povos possam ser. Em todo o mundo maneirismos artísticos, estilos musicais e tecnologias similares ou análogos se repetem - como Egípcios e maias, na arte figurativa; ou como a engenharia de barragens e sistemas de irrigação, desenvolvida em todo o globo.

Em ensaio publicado em 1999, a escritora Estelle Nora Harwit Amrani expõe sua tese de que os Anunnaki se tornaram um espécie de valor emblemático, um signo usado para designar todo e qualquer extraterrestre mas nem tudo que se atribui aos Anunnaki foi realização deles. Outras espécies de aliens visitaram a Terra, incluindo piratas, ou seja, seres dissidentes de sua própria cultura, planeta e origem que vivem em condição de minoria marginal (pois vivem à margem) em relação às sociedades cósmicas hierarquicamente organizadas. Para os homens, contudo, os Anunnaki são mais "tangíveis", "alguma coisa" de quê se pode fazer uma imagem. 


B’RAISHEET – O GENESIS

No começo, Deus ou "A Fonte", criou doze espíritos (ou centelhas) auto-conscientes que traziam em si todas as coisas do Universo em estado de realidade virtual (como númeno). Estas doze consciências são os Elohim, que vivem na Constelação da Lira e criaram a matéria a partir da luz: universos, planetas, estrelas, formas de vida; todos os seres, animados e inanimados; formas e corpos para si mesmos em todas as suas manifestações inteligentes.

O corpo ou o suporte físico ou, mais metafisicamente, a personalidade individualizada desses doze deuses durava milhares de anos mas, paulatinamente, essa expectativa de vida no corpo original foi diminuindo gerando a necessidade de encontrar alguma solução. Eles desejavam a longevidade pois não podiam suportar a idéia da uma situação de SER-não-existente-manifestadamente. [Os "deuses" também tiveram medo da morte].

Estudando o assunto descobriram uma substância, tipo de matéria, que não somente favorecia a vida longa como também dotava seus usuários de capacidades metafísicas que não tinham antes, como a telepatia e a experiência de perceber a multi-dimensão. Essa substância, que tornou os deuses supercondutores de energia é o OURO!

Muitos milhares de anos se passaram e, em busca de ouro, [o santo remédio!] os seres de Lira se espalhavam pelo cosmo criando "civilizações" ― criando "mundos". Estabeleceram-se em localidades celestes que são conhecidas como Vega, Plêiades, Sírius mas nunca se desligaram completamente de Lira. Eles se auto-perceberam como Criadores ou "deuses". Entretanto, sua capacidade de obter ouro não era ilimitada e nem sua pátria-mãe, em Lira, era eterna.

A preocupação com a própria capacidade de "perdurar" tornou-se uma maldição. Para piorar, parte do planeta raiz foi destruído e os "deuses", encurralados no seu próprio labirinto de temores, tiveram de ir buscar uma resposta em outro lugar. Estas informações foram obtidas através de videntes que relatam mais ou menos a mesma epopéia:


NIBIRU

Há aproximadamente 4,6 bilhões de anos atrás este sistema solar era diferente; havia Mercúrio, Vênus, Marte era o terceiro planeta (sem luas), um quarto planeta, maior que a Terra com muitas luas chamada MALDEK e ainda Júpiter, Saturno (sem anéis), Urano e Netuno. Plutão, era satélite de Saturno. Foi quando um outro corpo celeste apareceu para interferir naquele sistema solar recém-nascido. Um planeta com suas próprias "luas". Sua órbita era um caminho coincidente com a órbita do planeta MALDEK. As luas do planeta visitante chocaram-se com o quarto planeta, MALDEK. Do choque nasceu um "cinturão de asteróides", a Terra e o satélite da Terra, a Lua. O "Planeta Que Veio de Longe" e que vai voltar, aquele que se chocou com Maldek e deu origem à Terra, é o planeta NIBIRU.

A PALAVRA ANUNNAKI, MUITO ANTIGA, É RIQUÍSSIMA EM SIGNIFICADOS:

― An = forma reduzida de "anachnu", que significa NÓS

― An também significa "céu"

― Naki = limpo, puro

Anunnaki, então, significa "We are Clean" (Nós somos puros) ― Ki = Terra, ampliando o significado para "Nós do céu, na Terra", ou ainda "Puros do Céu na Terra".

Eles eram gigantes (em hebreu , Anakim) mas também foram chamados de nórdicos ou louros (ou dourados) embora nem todos fossem exatamente louros de olhos azuis; mas eram dourados. São as características do povo de Sírius e Lira. Seu símbolo, um disco alado, representa não apenas suas espaçonaves mas também a capacidade de voar do espírito livre, uma lembrança da "Fonte", do Deus Criador dos criadores. Esses mesmos Anunnakis foram também chamados Elohim. Seus descendentes, foram os Nephilim.

Meu espírito não permanecerá para sempre no homem, porque ele é todo carne e a duração de sua vida será só de cento e vinte anos. Gen. 6:3

Nesse tempo os Nephilim apareceram sobre a Terra, quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens "e elas geraram filhos. Estes são os heróis tão afamados dos tempos antigos." [Gen 6:4]. Muitos pensam nos Niphilim com "anjos caídos"; mas eles não caíram. Vieram do alto, sim, e aterrissaram sua espaçonaves.

Entretanto, a idéia de "queda" tem seu valor simbólico: eles tiveram que "baixar" a freqüência ontológica de equilíbrio [freqüência de pulsação de energia espiritual] para se adequar às condições ambientais fisio-químicas da matéria "viva" terrena. Enlil ― conhecida divindade mesopotâmica, foi o primeiro a chegar e participou do processo de criação da raça humana, raça que nos textos sumérios é chamada Black headed people (cabeças negras).

JARDIM DO ÉDEN



Muitos estudiosos, entre teólogos, biólogos criacionistas, historiadores e arqueólogos ocupam-se em descobrir a localização do Jardim de Éden, o Paraíso na Terra de onde o "Adão-humanidade" foi expulso. Supõe-se que este lugar é o berço da raça humana. A polêmica não se justifica: os que identificam o pólo Norte ou as Américas, por exemplo, como o lugar do Éden, baseiam-se no entendimento incorreto de uma teoria de geo-antopogênese.

Não há dificuldade em encontrar o paraíso: tal como muitas outras informações, está no Gênesis judaico-cristão e, neste caso, não é um texto cifrado, nenhuma alegoria extravagante oculta o lugar:

O Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, no lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado... Um rio saía do Éden para regar o jardim, e dividia-se em quatro braços. O nome do primeiro é Fison, que contorna toda a região de Evilat, onde se encontra o ouro; encontram-se ali também o bdélio e a pedra ônix. O nome do segundo rio é Geon, e aquele que contorna toda a região de Cush. O nome do terceiro rio é Tigre, que corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates. Gen. 1:8-14
* Bdélio: do grego bdelion, tipo de palmeira ou a substância que ela segrega. LATIM: bdellium ― Gomma resina do levante (oriente médio) e das Índias Orientais empregada para falsificar a mirra, esta sim, valiosa resina perfumada e medicinal. AURÉLIO.

Está claro que esse Jardim ficava na Mesopotâmia (atual Iraque) e a alusão ao ouro não é casual. Esse era um dado muito importante para os Anunnaki e deve ter sido decisivo na escolha do lugar onde seria implantado um primeiro núcleo de colonização. Afinal, o ouro era o segredo da longevidade e da bioquímica por trás do super-poderes que deles fazia verdadeiros deuses em meio à natureza indômita do planeta azul. No oriente médio encontraram ainda o cobre, a prata e outros minerais. Durante milhares de anos a mineração foi intensa.

Escolhido o lugar da colonização, foi feito um levantamento da biodiversidade do planeta, especialmente ali, na região mesopotâmica. Foram encontrados mamíferos hominídeos. Hominídeos não são criaturas humanas e também não são símios (macacos, chimpanzés e assemelhados). Para realizar um trabalho de colonização grandioso, explorar as minas e manter o cotidiano das instalações, os Anunnaki teriam criado toda uma raça de seres geneticamente programados para para desenvolver as capacidades necessárias e somente as necessárias, ao desempenho dos serviços mais ingratos. Essa foi a raça Hominídea que finalmente saiu do tubo de ensaio.

Os hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. A espécie hominídea já não existe. É o elo perdido tão procurado pelos antropólogos. É muito possível que os primeiros "servos dos Anunnaki" tenham saído de um laboratório de genética e que a primeira espécie viável obtida tenha sido aperfeiçoada ao longo longo das Eras. Uma população de servos híbridos porém férteis entre si se formou. A organização social dessas "primeiras gentes" foi o embrião de grandes centros urbanos do passado dos quais não restaram qualquer ruína.

Esse foi o tempo em que os "deuses" realmente viveram sobre a Terra, cada vez mais misturados com suas criaturas, que tinham consciência nítida de que os Anunnaki eram superiores e, portanto, deviam ser tratados com deferência. A submissão dos hominídeos primitivos era fácil de manter por muito tempo porém, não eternamente. Deve ter havido um tempo em as relações entre "deuses" e hominídeos tornaram-se próximas demais ou, mais especificamente, um tempo em que as relações dos Anunnaki com as hominídeas tornaram-se demasiadamente íntimas.

No Gênesis, esse "relaxamento dos costumes" acabou resultando em séria crise política e social porque "os anjos" engendraram descendência com as "filhas dos hominídeos", que "eram belas'. A Antropogênese teosófica se refere a essas "filhas" dos homens como criaturas gigantescas (em relação ao sapiens atual), "monstruosas" e peludas. [Para os que acreditam na teoria dos antepassados ETs Anunnaki, as relações pessoais e sexuais entre alienígenas e indivíduos da espécie hominídea foi "a queda dos anjos"]. Sua progênie foram os míticos gigantes e os seres fantásticos das lendas; quimeras, como o centauro, o sátiro, a sereia.

O filhos desses "casais espúrios" deveriam ser, normalmente, estéreis, seguindo uma lei geral da biologia segundo a qual o fruto de relação sexual entre espécies diferentes não produz descendência fértil. Porém, outra lei geral da Natureza ensina que toda regra tem exceção, especialmente quando está em jogo a capacidade de reprodução de um organismo. Todos os seres vivos tendem a buscar uma forma de expansão de si mesmos, forma de se reproduzir e foi assim que os híbridos "imorais", filhos dos Anunnaki, começaram a reproduzir-se entre si gerando uma novo ramo da família.

Os seres humanos tiveram sua origens na miscigenação entre os Anunnaki e o hominídeos. Os deuses, como entendem tantos pesquisadores, leigos e cientistas, eram os cosmonautas de Nibiru e seu objetivo inicial, quando se lançaram nos abismos do espaço, obter o ouro necessário para manter a vida eterna e os poderes extraordinários de seu povo.


Leia também: Será que os extraterrestres criaram a espécie humana? Antigos textos dizem que sim!

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Ufos nas pinturas antigas

Antes queria só lembra uma coisa,essas pinturas principalmente as da época dos nossos ancestrais não são fruto da imaginação deles,alguns céticos como sempre duvidam e outros se calam diante da gritante verdade,ai eu pergunto: se o povo antigo tinha a capacidade de reproduzir pinturas de animais com perfeita exatidão, porque não de ovnis  e extraterrestres?

Só pra refrescar a memoria vemos algumas das pinturas rupestres com perfeita exatidão 


Podemos ver que nossos ancestrais não eram tão rudes como aprendemos nas escolas,eles sim sabiam o que estavam vendo,porque não acreditar nas imagens dos ufos e ets?
Abaixo uma lista de algumas dentre as milhares de imagens tanto de pinturas em quadros famosos e pinturas rupestre em pedras.

A Assunção da Virgem de 1490, notem a quantidade de discos voadores.
Afresco de Kiev do século 15


Antiga ilustração chinesa do ano 1400dC


"Visoki Decani" porque o pintor criaria tais suposições em desenhar estes objetos?



Pintura renascentista de Filippo Lippi
com mais de cinco séculos de existência
nos mostra com clareza em segundo plano
uma pessoa ", acompanhado por um cão
observando um "objeto voador não identificado”











Nesta tapeçaria medieval com cenas da vida a Virgem Maria.
Um elemento misterioso atraiu a atenção de alguns ufologistas: o objeto com cúpula negra
que flutua acima do horizonte.

12 mil a.C.
- Antigüidade da pintura rupestre encontrada na região de Fergana, no Uzbequistão,
descoberta pelo arqueólogo russo Gueorqui Chatseld, a qual apresenta uma entidade vestindo
roupas de astronauta ao lado de um disco voador em pleno vôo.











20 mil a.C.
- Pinturas encontradas nas cavernas de Altamira, próximas à região de Santillana dei
Mar, em Santander, na Espanha, em cujo interior foram identificados desenhos que fazem
pensar em discos voadores.










Arkansas, EUA, as reveladoras gravuras estampadas nessas igualmente pré-históricas cavernas são 


mesmo (e muito apropriadamente) chamadas de "Saucer Rocks" - ou seja, "Pedras do Disco Voador".



Afresco da Catedral Svetishoveli na Gergia.



Cus da Basilia na Sua de 1566, a população apavorada com os avistamentos Ufos.



Estranho desenho encontrado em 1957 numa caverna na ilha Jotuo, por pesquisadores chineses









Glorificação da Eucaristia pintada em 1600, um objeto estranho para a época.





Hamburgo Alemanha em 1697



Roupas de Astronauta? Imagem achada no Deserto da Austrlia
Outros Astronautas, no deserto da Austrália.
Bem estranha estes desenhos, também no deserto da Austrália.

Assustador a data: Imagem pré histórica francesa da caverna Pech Merle de 17 mil aC  

O Triunfo do Vero, obra de 1538, veja os discos.
Objeto Luminoso em 1783 na Inglaterra


Objeto luminoso retratado em 1660 que perseguiu dois navios holandeses.
Petroglifo achado no Mêxico,datado de 6 mil anos atrás.
Roupas de Astronautas?, as primeiras fotografias foram tiradas pelo escritor "Erich Von Daniken"
retratado no seu livro "Eram os deuses astronautas?" É uma pintura de 10 mil anos atrás em Val Camonica na Italia.

Pintura em Caverna Australiana de 5 mil anos.
Estranha pintura  com seus "disquinhos",Pintura intitulada O Milagre da Neva do século 15.
Quadro A Crucificação no Monastério Visoki Decani em Kosovo.
Notem o objeto isolado a direita: Tapete do século 14 com UFO ao fundo.
Tassili, na Tunísia, Norte da Africa, imagem de 6 mil anos atrás, fotografias foram tiradas pelo escritor "Erich Von Daniken"
retratado no seu livro "Eram os deuses astronautas?" Roupas de Astronautas.
Templo de Dharamsala na Índia em que é  vistos 6 ufos prateados 

Ufo visto no ano 776 no Castelo Sigiburg.

Um tanto curioso a imagem, Ume No Chiri, ilustração japonesa de 1803.
Foto da Discovery Channel, no deserto da Austrália.



12 mil a.C.

-Antigüidade da pintura rupestre encontrada na região de Fergana, no Uzbequistão.



Pintura de 1486. Veja o Ufo soltando uma espécie de raio.
Chinese and India UFO ET Alien Gods Visitation Ideaology- China e Índia, os mesmos propósitos dos Deuses Ets.
Pintura na pedra.
Pintura retrata as tábuas de pedras da lei,de Moisés,  e notem o que o pintor fez: os Ufos.

Pintura de 1710, o Batismo de Jesus onde um Ufo está clareando o lugar.
Pintura antiga


João e os Ufos. (ao fundo)

Pintada entre 1460 a 1465, retrata a crucificação de Jesus e momento depois da sua morte a aparição de Ufos.