quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

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Nasa investiga como usar portais estelares para usar em viagens espaciais (Video)


Vortex magnéticos e wormholes (buracos de verme) têm feito as cabeças de muitos escritores de ficção científica que assim se referem as extraordinárias aberturas no continuum espacio-temporal que permitiriam viagens até lugares distantes do universo, ou de lá até ao nosso planeta. Muito embora, esta trama elaborada de ficção científica pode não estar muito longe de nossa realidade.



Embora ainda engatinhando, esta descoberta partiu de um investigador financiado pela NASA, nos seus laboratórios da Universidade de Iowa, afirmam ter descoberto como encontrar estes portais.
Para muitos isto não vai passar de apenas uma confirmação daquilo que há muitos anos as teorias da conspiração já afirmavam e até com curiosos detalhes que agora vieram a ser confirmados.

Mas analisando as notícias da NASA, que pelo menos confirmaram o que os sonhadores da ficção-científica há muito tempo imaginavam.

"Chamamos-lhes Pontos-X [X-points] ou regiões de difusão de eletrons", explica o físico Jack Scudder da Universidade de Iowa. São locais onde o campo magnético da Terra se interliga com o campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que nos encaminha na direção da atmosfera solar a cerca de 150 milhões de quilômetros de distância.

O relatório da NASA acrescenta:                                                               
Observações da estação espacial da NASA, denominada THEMIS, e do conjunto de sondas europeias mostram que estes portais magnéticos abrem e fecham uma dúzia de vezes ao dia. São tipicamente localizados a umas dezenas de milhares de quilômetros da Terra onde o campo geomagnético se encontra com os ventos solares. A maioria destes portais são pequenos e de pouca duração mas outros são duradouros e vastos, e até auto-sustentáveis. Toneladas de partículas energéticas podem fluir pelas aberturas, aquecendo o topo da atmosfera terrestre, provocando tempestades geomagnéticas e servindo de combustível para as brilhantes auroras polares.



Vivemos em um Multiverso?


E continua com a surpreendente informação:                                           
A NASA planeja uma missão chamada MMS, abreviatura de missão Multiescala Magnetosférica [Magnetospheric Multiscale Mission], a ser enviada em 2014 com o intuito de estudar e testar este fenômeno. Repleta de detectores de partículas energéticas, esta nave espacial MMS irá cercar, analisar e observar estes portais. No momento temos apenas uma prioridade: encontrar com exatidão estes portais. Eles são invisíveis, instáveis e ilusórios. Abrem e fecham sem aviso e sem uma tabuleta a indicar o local certo.

Mas segundo Scudder, existem de fato informações que podem indicar os locais exatos e ele as encontrou.
Os portais formam-se por um processo de reconexão magnética misturando linhas de força magnética do Sol e da Terra e cruzando-as dando origem a este fenômeno. Os pontos X são os encontros súbitos entre ambos os campos magnéticos e podem projetar partículas num processo de difusão de electrons.
Para aprender como localizar estes pontos X, o físico Scudder procurou nos dados das sondas que orbitam a Terra durante mais de 10 anos. No final dos anos 90, a estação espacial polar da NASA passou anos na magnetosfera da Terra, explica Scudder, e encontrou muitos destes Pontos X durante essa missão. Usando os dados polares encontramos cinco possíveis combinações de campos magnéticos e medidas energéticas de partículas que nos dizem quando encontramos um Ponto X ou uma região de difusão de electrões.

Sabendo disto, o que tudo isso quer dizer?
Bem, não sabemos bem, mas o certo é que todos os bons filmes de ficção científica apresentam estes pontos como portais para outros locais onde se deparam com novos planetas e novas civilizações. E por outro lado, há muitos anos que os teóricos de conspirações afirmam que a NASA conhece esta realidade e já utilizou várias vezes entrando em contato com outros seres. Verdade ou mentira? Isso somente o futuro dirá.

Vejam esse vídeo sobre o assunto, o vídeo é em inglês.



Fonte: NASA