quinta-feira, 30 de julho de 2015

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Jesus não foi o primeiro Messias, segundo manuscritos

Preciosos e inestimáveis escritos, encontrados acidentalmente por um pastor beduíno há quase 70 anos, nas areias de Judá, revelaram ao mundo uma história que a maioria imaginava estar perdida para sempre. Em 1947, Muhammed Ahmed al-Hamed achou os famosos Manuscritos do Mar Morto, um gigantesco conjunto de escritos, datados de 205 a.C., em uma época em que os textos da Bíblia sequer estavam reunidos. Entre os achados, há uma indicação de um “Mestre da Justiça”, enviado por Deus em 196 a.C, segundo relato de uma carta.

O trabalho de pesquisa dos manuscritos e a sugestão de que um enviado dos céus pudesse ter surgido cem anos antes de Jesus está no livro “Para Compreender Os Manuscritos do Mar Morto”, do norte-americano Hershel Shanks.

De acordo com os achados, esse enviado divino chegou com a missão de livrar os judeus do cólera. O “Mestre da Justiça” teria de lutar contra o “Homem de Mentiras”. O corpo do mestre teria sido deixado em Damasco e havia a esperança do retorno deste mestre como Messias “no fim dos dias”, de acordo com o texto.

Além da carta, os 2000 documentos dos Manuscritos tratam de textos bíblicos, que podem ser comparados com os textos da Bíblia que sugiram depois. Também havia hinos e salmos, textos jurídicos e referências a tesouros, além de comentários de uma “seita de Qumrán”, que seria em alusão ao lugar onde apareceram. Alguns identificam essa seita com a dos essênios, que tinha João Batista como integrante. O Livro de Isaías (que está digitalizado) é o mais conservado dos Manuscritos do Mar Morto, e está exposto no Santuário do Livro de Jerusalém. 

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