sexta-feira, 18 de setembro de 2015

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Piramides: Arqueólogos e Cientistas não querem que o mundo saiba de nossa verdadeira história

Monumentos megalíticos acompanhados por energia eletromagnética. Avançadas ruínas pré-históricas dispostas ao longo de distâncias de linha ásperas, pedras com medidas exatas esculpidas há mais de 5000 anos.






As estruturas espetaculares do antigo Egito foram construídas por seres humanos? Será que existem evidências de terem sido projetadas e interligadas por visitantes de outro mundo?


Durante a história da humanidade, os cientistas têm estudado os monumentos egípcios, desde as pirâmides até os templos de Karnak e Dendera, passando pelas gigantes esculturas de Ramsés.

As fotos dessas superfícies, revistas sob Microscópios de Elétrons, e inúmeras experiências, mostraram que supostamente as ferramentas utilizadas por construtores,  nenhum dos instrumentos de cobre e madeira poderiam ter deixado estas marcas de precisão mecânica sobre as superfícies perfeitamente polidas, arredondadas ou angulares com regularidades de centésimos de milímetros.

O fato de só ter recuperado algumas pobres ferramentas de cobre e madeira nas proximidades dos monumentos não sanam nossas perguntas.

Os cientistas mostram fotos e diagramas onde cogitam a existência de equipamentos de precisão como por exemplo, quase todos os detalhes do rosto sobre as estátuas de Ramsés que contêm um milímetro correspondência bilateral. Na verdade, hoje só é possível - alcançar semelhante acabamento utilizando a varredura por pontos por um computador.

Obviamente, não está claro que os egípcios possuíam computadores, mas também a cultura que construiu esses monumentos tinham acesso a uma tecnologia que hoje talvez estão guardadas ou simplesmente não estão mais aqui. Usando o que agora é chamado de (engenharia reversa) a partir de um objeto, os especialistas identificam como e com que tipo de ferramentas foi construído, é proposta a possibilidade de que eles tenham usado mega-serras, ou gigante tornos verticais, para cortar muitas dessas pedras monumentais.

Não pode ser descartada a possibilidade de que uma civilização na terra, antes da egípcia, poderia ter sido responsável por muitos dos grandes monumentos que hoje são atribuídos aos sujeitos de Cheops. E eles citam, por exemplo, as conclusões do geólogo Robert Schoch da Universidade de Boston, que calculou que a erosão da esfinge (atribuída à água) que ocorreu entre os anos 5000 e 7000 a.c. . Os arqueólogos estão furiosos com essa afirmação porque, de acordo com eles, na época, os humanos eram apenas tribos de caçadores-coletores sem recursos capaz de fazer colossal façanha da engenharia.
Um famoso cientista egípcio mostra que há muitos quebra-cabeças que os arqueólogos não irão desvendar sozinhos.

É necessária a colaboração de muitos engenheiros, arquitetos, geólogos e outros especialistas que nos ajudem a melhor avaliar os fatos quase impossíveis de explicar, porque alguns preferem guardar um silêncio incomodativo pois a verdade de nossa história contradiz a história oficial. 

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