sexta-feira, 16 de outubro de 2015

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Livro recém lançado deixa cristãos indignados: ''Ritual canibalístico babilônico inspirou a eucaristia cristã''


Um novo livro sobre as origens do cristianismo, escrito pelo historiador israelense, Amram Eppstein, provocou um indignação violenta em todo o mundo, ligando a Eucaristia, um dos sacramentos centrais da fé cristã, com um ritual antigo babilônico envolvendo atos perturbadores de canibalismo.




Em seu livro polêmico, intitulado ''Os babilônicos as origens da Religião Cristã'', o Professor Eppstein alega que os atos de beber vinho e comer pão, simbolizando a carne e o sangue de Cristo, estão realmente inspirado por um ritual em honra da deusa babilônica do Submundo , Ereshkigal.

Como a primeira-dama do Submundo, a deusa alada Ereshkigal foi uma das divindades mais importantes do panteão babilônico.

Este ritual, chamado de Arumkhvär, presumivelmente envolvia beber o sangue e comer a carne do sacrifício de crianças, a fim de obter algum tipo de bênção da deusa.

As crianças que eram sacrificadas nesta cerimônia, tinham de ser "filhos de mães virgens" para ser puro o suficiente o sacrifício para apaziguar a divindade. O sangue dos meninos eram drenados e recolhidos em uma grande taça, e sua carne era cortada em pequenos pedaços e distribuído para o público.

Os adoradores que comiam a carne do filho, acreditavam que recebiam o perdão por ações que poderiam ter desagradado a deusa.

"Esta cerimônia da antiga Babilônia era quase idêntica à Eucaristia cristã, exceto a parte canibal que não era puramente simbólica", diz o professor Eppstein. "A filha virgem de uma mãe era sacrificada para pagar pelos pecados de toda a comunidade e para pedir a deusa perdão. Os adoradores comiam sua carne e bebiam seu sangue, assim como os cristãos modernos ainda fazem, mas de uma maneira estritamente simbólica ". 
Segundo ele, os primeiros cristãos só adaptaram este ritual popular, porque ele ainda era comemorado em grande parte do Oriente Médio durante a vida de Jesus, transformando-o em um evento menos violento.
É bem conhecido que as antigas culturas da Mesopotâmia influenciaram fortemente as tradições judaicas e cristãs, como a história bíblica de Noé, que parece ter sido inspirada pelo mito sumério de Gilgamesh, mas as afirmações do Professor Eppstein parecem ter atingido um acorde sensível em muitos cristãos.

Muitos estudiosos têm, assim, denunciado suas teorias como anti-cristãs, observando que há pouca evidência e "algumas semelhanças" entre os rituais, para provar que o Arumkhvär realmente inspirou a Eucaristia.

Apesar das críticas que suscitaram e da controvérsia em torno dela, o livro do professor Eppstein está vendendo bastante e várias traduções da obra já estão em andamento.