segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

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Análise de DNA dos crânios alongados de Paracas comprovam: ''Eles não são humanos''


Na costa sul do Peru encontra-se a península do deserto de Paracas. Esta paisagem estéril é onde o arqueólogo peruano Julio Tello fez uma descoberta surpreendente em 1928. Seus esforços se deram na descoberta um enorme cemitério e complexo enterrados sob a areia e rochas.




Nestes túmulos, Tello encontrou algo muito curioso: vários corpos estranhos. Os corpos tinham os maiores crânios alongados já encontrados no mundo e foram chamados de ''crânios de Paracas''. Tello encontrou um total de mais de 300 crânios que foram datados de cerca de 3.000 anos de idade. Uma análise de DNA realizadas recentemente em alguns desses crânios apresentaram resultados surpreendentes que poderiam desafiar a perspectiva atual da árvore evolutiva humana.

Várias outras culturas praticaram alongamento ou deformação do crânio, mas as técnicas que eles usaram produziam resultados diferentes dos que foram encontrados em Paracas. 

Os cranios de Paracas são diferentes de todos os crânios alongados já descobertos porque seus crânios são 25% maiores e 60% mais pesados do que os crânios humanos alongados normais, os pesquisadores acreditam que eles não poderiam ter sido modificado através do alongamento tradicional que era praticado por antigas tribos. Eles também são estruturalmente diferentes e têm apenas uma placa parietal em oposição aos normalmente encontrado em crânios humanos. Essas diferenças aprofundaram o mistério em torno dos crânios Paracas e os pesquisadores não foram capazes de explicar as suas origens. 
O Museu Histórico de Paracas enviou amostras de 5 crânios que submeteram a testes genéticos. As amostras consistiam em restos de cabelos, pele, dentes e fragmentos de ossos do crânio. O laboratório de genética não foi informado sobre a origem das amostras, a fim de evitar resultados tendenciosos ou influenciados. 

Os resultados são fascinantes!

O DNA mitocondrial (herdado da mãe) apresentou mutações desconhecidas por qualquer ser humano, primata ou qualquer outro animal. As mutações sugeriram que estamos lidando completamente com um novo ser humano, muito distante do Homo sapiens, ou neandertais Denisovans. Os indivíduos de Paracas eram tão biologicamente diferentes dos seres humanos que não teriam sido capazes de cruzar. "Eu não tenho certeza que eles possam se encaixar na árvore evolutiva como a conhecemos'', acrescentou um geneticista 
As implicações desta descoberta são enormes. Quem eram as misteriosas pessoas de Paracas? Será que eles evoluíram aqui na Terra em um caminho tão diferente de nós que eles acabaram procurando um caminho drasticamente diferente do nosso? Se não, de onde é que eles vieram?

Esta descoberta levanta mais perguntas do que respostas, mas conta como um outro pedaço de evidência que sugere que não estamos sozinhos.

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