sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

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Estado Islâmico corre o risco de ser eliminado por doença mortal que necrosa todo o corpo


Um surto de leishmaniose está se espalhando rapidamente devido à poluição e condições precárias de higiene na região.

A leishmaniose é uma doença causada por parasitas e é transmitida pela picada de certos tipos de flebotomíneos





Membros do Estado Islâmico estão adoecendo em massa devido a um vírus que se espalha pela pele com o tempo.

Conhecida como a leishmaniose, a doença está a alastrar rápido graças a poluição e má condições de higiene da região, segundo fontes, já foram notificados mais de 100.000 casos, relata a agência de notícias Sun.

O vírus provoca grandes feridas abertas que necrosa a pele com o tempo, e se torna fatal se não for tratado com um simples curso de medicina.

Mas os combatentes jihadistas estão se recusando tratamento médico, o que levou a mais surtos.

Pessoas no capital Raqqa do Estado Islâmico, devastada pela guerra na Síria, estão em maior risco.

Médicos de organizações não-governamentais (ONG) tentaram inicialmente conter os surtos, mas o EI recusou qualquer ajuda.

Centros médicos fecharam após equipes médicas sofrerem violência.

A leishmaniose é uma doença causada por parasitas e é transmitida pela picada de certos tipos de flebotomíneos.

É mais prevalente em países onde as pessoas sofrem de pobreza, desnutrição, desmatamento e urbanização.

Existem diferentes formas, os principais sintomas são: úlceras na pele, febre, baixa de glóbulos vermelhos e aumento do baço e do fígado

O apresentador de TV Ben Fogle, de 41 anos, esteve de cama por três semanas em 2008 depois de pegar o vírus no Peru durante as filmagens de programas de TV Sonhos extremos.

Ele fez uma recuperação completa depois de ser tratado no Hospital de Doenças Tropicais de Londres. Fonte: Mirror.Uk

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