terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

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Tecnologia antiga? Cientistas descobrem que os Vikings eram guiados por cristais do sol durante navegações


Lenda Vikings contam de uma pedra do sol brilhante que quando erguida para o céu revelava a posição do Sol, mesmo em dias nublados.  A lenda não é novidade, mas agora cientistas afirmam que a mágica das pedras se devia a serem estas cristais polarizados, como a pedra Iolita, nome derivado de duas palavras gregas que significam roxo e pedra. Outros nomes da pedra são Cordierita e Dicroita.




Os Vikings navegavam da Escandinávia por todas as águas do norte, tendo inclusive chegado as Américas. Como em algumas regiões do norte as luzes do dia são perpétuas, eles não poderiam ter usado estrelas para navegar e não havia ainda as bússolas magnéticas. Assim a solução foi usar a pedra, como narrado em algumas Sagas, inclusive a do herói Sigurd, que usava a  sólarsteinn, ou pedra do sol.

A Saga descreve como durante dias nublados e nevascas o rei Olaf consultava  Sigurd para dizer a localização do Sol. Para checar a resposta de Sigurd, Olaf pegou uma Pedra do Sol e olhou para o sol identificando de onde vinha a luz do Sol invisível. Em 1967, Thorkild Ramskou, um arqueólogo dinamarquês identificou a pedra.
A luz consiste de ondas eletromagnéticas que oscilam perpendicularmente a direção da luz. Quando todas as oscilações apontam para a mesma direção a luz é polarizada. Um cristal polarizado permite que somente luz polarizada passe através dele, e pode parecer brilhante ou escuro, dependendo de como ele é orientado em relação a luz.

A Saga descreve como durante dias nublados e nevascas o rei Olaf consultava  Sigurd para dizer a localização do Sol. Para checar a resposta de Sigurd, Olaf pegou uma Pedra do Sol e olhou para o sol identificando de onde vinha a luz do Sol invisível. Em 1967, Thorkild Ramskou, um arqueólogo dinamarquês identificou a pedra.
A luz consiste de ondas eletromagnéticas que oscilam perpendicularmente a direção da luz. Quando todas as oscilações apontam para a mesma direção a luz é polarizada. Um cristal polarizado permite que somente luz polarizada passe através dele, e pode parecer brilhante ou escuro, dependendo de como ele é orientado em relação a luz.

Assim ao olhar para a pedra polarizada, girando nas mãos e vendo como a luz mudava dependendo do ângulo da pedra, os Vikings podiam deduzir onde estava o sol atrás de nuvens, nevoeiro e até mesmo abaixo da linha do horizonte. Através de vários testes feitos com voluntários, descobriu-se que o comportamento da luz no cristal é mesma em tempo ruim ou em dia claro. Sean McGrail, que estuda antigas técnicas de navegação na University of Oxford, UK (a mesma que apoia a expedição Phoenicia), diz que não existe evidência real do uso das pedras do Sol pelos Vikings e que as pessoas já atravessavam oceanos mesmo sem estas pedras, bússolas, ou outros instrumentos de navegação.
Registros escritos dizem que Vikings e marinheiros medievais atravessavam o Atlântico Norte usando a posição do Sol em dias claros, em conjunto com posição do litoral, de padrões de vôos de aves migratórias, rotas de migração de baleias, e nuvens sobre ilhas distantes, diz Christian Keller, especialista em arqueologia do Atlântico Norte da  Universidade de Oslo. Ele diz esta aberto para esta idéia mas que falta encontrar um naufrágio Viking com cristais a bordo.

Lente Polarizada.

Os Vikings teriam usado pedras de Iolita bem finas, olhando através delas como lentes polarizadas. O efeito é chamado de extremo pleocroísmo, ou absorção seletiva. Assim a pedra Iolita mostra diferentes cores em diferentes direção. Uma pedra cortada como um cubo, ou lente, apresentaria cor azul violeta de um lado, clara como água do outro, e amarelo mel no topo, o que a deu o apelido de safira da água no passado.

Do lado místico, dizem que a a Iolita estimula a liderança, o poder, a força interior, a autoconfiança e habilidade na execução das tarefas materiais. Ela foi encontrada pelos vikings na Noruega e Groenlândia, mas também existe na Índia, Siri Lanka, Moçambique, Zimbabue e aqui no Brasil. Fonte: aventura.com.br

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