quinta-feira, 10 de março de 2016

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Nova ordem mundial: Donald Trump está incomodando a agenda global dos Illuminati

"A retórica de Trump tem gerado preocupações em alguns lideres do mundo”, disse um diplomata anónimo, citado pela Reuters. De facto, segundo o diplomata, há uma lista de países que se têm queixado, entre os quais a Índia, Coreia do Sul, Japão e México. 





Não é "normal", disse a mesma fonte, que países estrangeiros, através dos seus diplomatas, intervenham nas campanhas eleitorais de países soberanos. E de facto, a intervenção estrangeira vem também de países como o Canadá, Inglaterra, França, México e Alemanha que, através da seu Ministro da Economia, Sigmar Gabriel, disse que Trump é uma ameaça à paz e à prosperidade dos EUA, revelou o Jornal de Negócios. Tudo por causa de Trump, um legítimo e popular candidato a exercer o seu livre direito constitucional do seu país, livre e democrático.

A campanha de Trump não respondeu ao medo e às provocações dos globalistas. Mas a Reuters também não conseguiu confirmar as alegadas preocupações dos mencionados países porque as suas respectivas embaixadas não quiseram comentar. Também uma alta diplomata mexicana, Cláudia Ruiz Massieu, classificou na semana passada as políticas de Trump como "racistas e ignorantes" e chamou "absurdo" ao plano de Trump de construir um muro na fronteira.

Em Dezembro do 2015, Trump disse que iria proibir a importação de massas de muçulmanos, até que o governo dos EUA elabore uma investigação conclusiva acerca do que se passa com tanta islamização dos EUA. Mas Trump admitiu que vai permitir o livre acesso aos EUA de norte-americanos muçulmanos, militares norte-americanos muçulmanos ou atletas olímpicos muçulmanos.

Um oficial da NATO, que quis manter o anonimato, disse que a intenção de Trump em não intervir no destino de outras soberanias está a causar pânico entre os globalistas europeus: "Com uma Europa a encarar um crise existencial, há agora mais do que ansiedade com uma inversão de planos de ajuda dos EUA à Europa". Mas a NATO não revelou que está mais preocupada com a possível interrupção dos constantes exercícios militares na Europa para provocar a Rússia.

Elliott Abrams, responsável pelo Conselho das Relações estrangeiras e ex-conselheiro para as relações com o Médio Oriente do presidente George W. Bush, disse que "todos os diplomatas estrangeiros com quem falei estão espantados com o fenómeno Trump e preocupados com ele, principalmente no Médio Oriente e na Europa".

Mesmo que Donald Trump perca as presidenciais, o mapa político norte-americano, do Ocidente e do planeta nunca mais voltará a ser o mesmo. Trump não fez mais do que acordar o que estava adormecido ou "controlado": a consciência de soberania, justiça, livre arbítrio e vontade popular dos americanos.

Durante demasiadas décadas, em nome da gestão de crises, os poderes globalistas, centralizados e que nunca vão a votos, influenciavam e até controlavam governos. Em nome da “crise financeira” ou das “relações bilaterais”, um exército de diplomatas e militares seriamente comprometidos com a legalidade, usou e abusou do seu estatuto para inverter a vontade popular. Foi assim, por exemplo, quando o referendo realizado na Irlanda disse "não" á integração da Irlanda na UE e a burocracia da União Europeia forçou a reversão da vontade popular irlandesa e arrastou a Irlanda para o fosso económico.
As constantes vitórias e apoio que Trump tem obtido na sociedade americana, em todos os quadrantes da sociedade, têm revelado um empresário com intenção de ganhar a favor da América. Enquanto os globalistas usam o seu país, eleitores e eleições para obedecerem a planos de organizações estrangeiras como o Banco Mundial, NATO ou ONU, Trump apostou na vontade popular e na soberania, sem se comprometer com grupos económicos e políticos alheios ao povo. Sabiamente, Trump financia a sua própria campanha.

Trump tem uma consciência de soberania e os americanos também estão a recuperá-la. E é tudo o que a Europa perdeu: a noção de identidade e soberania em cada um dos países, como referiu o papa Francisco recentemente.