segunda-feira, 11 de abril de 2016

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Jovem que tatuou nome da presidente Dilma durante eleições se arrepende e amputa os braços

SÃO PAULO – Duas tatuagens, uma em cada braço, com o nome da presidente Dilma Rousseff, que até então era motivo de orgulho para a jovem pedagoga Marília Maria Meire Meireles passou a causar-lhe vergonha, fazendo com que ela, que anteriormente as exibia com orgulho nas redes sociais, tomasse uma decisão considerada por muitos como radical: amputar os próprios braços. As informações são do site www.joselitomuller.com

Marília explica que fez as tatuagens no início do primeiro mandato de Dilma, acreditando que ela faria um bom governo.

“O marketing da campanha foi tão bem feito que eu pensei que ela ia roubar menos que o Lula e ia colocar só mulheres nos ministérios e acabar com o machismo”, diz decepcionada.

A desventura de Marília, além das cagadas do governo no qual ela depositou todas as suas esperanças, começou quando ela postou a foto de suas tatuagens no Orkut, sendo quase que instantaneamente compartilhada por milhões de eleitores da petista, que divulgaram a imagem como um exemplo a ser seguido.

“O problema é que quando a popularidade da presidente caiu, até gente que votou nela passou a me atacar como se isso amenizasse a merda que tinha feito ao elegê-la. Cheguei a tirar a foto do meu perfil, mas já era tarde, porque já havia sido espalhada”, lamenta.

A pedagoga revela que o mais traumático envolvendo a situação foi o dia em que seu pai tomou conhecimento das tatuagens.

“Cheguei em casa e meu pai, que é muito conservador, estava em casa com o cinto na mão, dizendo que tatuagem é coisa de maconheiro. Até então ele não tinha se dado conta de que minhas tatuagens eram o nome da Dilma. Quando ele percebeu, ficou mais puto ainda e disse que ia mandar eu amputar os braços. Na hora achei que era loucura, mas depois que o governo se tornou essa bosta que tá aí, não tive dúvida: procurei um médico e mandei amputar os dois braços”, relata sorrindo.

Marília atualmente já está adaptada a substituir as mãos pelos pés em atividades do cotidiano, tais como comer e pentear os cabelos.

Questionada sobre o motivo pelo qual não preferiu cobrir as tatuagens, ao invés de arrancar os braços, Marília ficou pensativa durante alguns segundos e respondeu: “Eu nunca tinha pensado nisso.” Seu pai, que se encontrava perto no momento disse que sua filha sempre foi burra pra caralho. Fonte: www.joselitomuller.com

“Esperar o que de quem vota em Dilma?”, questionou.

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