terça-feira, 10 de maio de 2016

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Homem mais velho do mundo de 256 anos quebra o silêncio antes de morrer e revela seus segredos ao mundo!

Chegar aos 100 anos já é um grande marco, mas imagina viver para lá de 250… parece impossível, não é?

Mas a verdade é que Li Ching Yuen, um mestre taoista chinês, chegou aos 256 anos de idade!

Ching Yuen viveu muito tempo e tornou-se uma referência no mundo das práticas espirituais. O chinês bicentenário, nascido em 1677 e falecido em 1933 por causas naturais, era um herbalista praticante de Chi Kung.

Embora pareça impossível que um ser humano consiga viver durante tanto tempo, existem documentos que o comprovam. Algumas das técnicas espirituais praticadas por Li Ching Yuen são conhecidas por prolongarem e melhorarem a qualidade de vida.

Não há registo de nenhuma outra pessoa que tenha chegado ou ultrapassado a idade de Li Ching Yuen em toda a história da humanidade.

Práticas espirituais como o taoísmo são uma tradição chinesa que assenta em viver em harmonia com o Tao, isto é, com o caminho ou a vida. Já o Chi Kung é um exercício de cultivo de energia. Estas práticas estimulam a circulação da energia Chi, energia vital do corpo.

A longevidade do mestre Li Ching Yuen é atribuída, entre outras coisas, a essas mesmas práticas espirituais.

Foi a partir desses exercícios e estudos sobre alquimia e medicina tradicional chinesa que Li Ching Yuen começou a cultivar a mente e o corpo. O mestre praticava as doutrinas, meditava, aprendia e aplicava a filosofia e a medicina no seu dia-a-dia.

Li Ching Yuen também mudou os hábitos alimentares e passou a utilizar plantas medicinais com mais frequência, dormia e acordava cedo, não utilizava drogas, não bebia nem fumava, o que lhe conferiu mais resistência.

No ano da sua morte, em 1933, a revista Time publicou um artigo chamado “Tartaruga – Pombo – Cão” sobre o mestre.

Neste artigo, Li Ching Yuen foi questionado sobre qual era o seu segredo para viver tanto tempo, ao que respondeu: “Manter o coração calmo. Sentar como uma tartaruga, andar vigorosamente como um pombo e dormir como um cão”.

Segundo este artigo, o professor chinês Wu Chung Chieh, diretor do Departamento de Educação da Universidade de Chengtu e autor do texto, encontrou registos sobre o chinês bicentenário que relatam a sua vida.

Wu Chung Chieh afirma ter encontrado uma nota do Governo Imperial da China de 1827 que parabenizada Li Ching Yuen pela marca dos 150 anos de idade. Li Ching Yuen teria casado 23 vezes e tido mais de 180 filhos.

Também no livro Ancient Secrets of Youth, de Peter Kelder, existe uma referência sobre o mestre Li Ching Yuen. No livro, um dos discípulos do mestre, Da Liu, conta que quando Li Ching Yuen completou 130 anos encontrou um eremita ainda mais velho que lhe ensinou práticas de Chi Kung, incluindo exercícios de respiração, movimentos com sons e recomendações de comidas e ervas medicinais.

A prática constante de todos esses exercícios serviu para aumentar a sua longevidade, assim como a sua alimentação. Os investigadores de humanos centenários não concluíram que Li Ching Yuen fosse totalmente vegetarianos, mas sabem que a carne vermelha foi abolida da sua dieta. Pelos relatos, percebe-se que grande parte da sua nutrição baseava-se em plantas, raízes e chá. Os investigadores afirmam que era provável que consumisse leite e derivados para manter cálcio nos ossos.

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