sexta-feira, 7 de outubro de 2016

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Novas análises genéticas confirmam que o "alienígena do Atacama" não é uma farsa e surpreende a todos!

Em 2003, os pesquisadores descobriram um pequeno esqueleto no deserto de Atacama no Chile. O esqueleto se assemelha a um ser humano. No entanto, ele tinha visivelmente algumas diferenças que levaram a testes forenses a determinar o esqueleto, apelidado Ata, de algo originado fora deste mundo. 


"ALIEN" DE ATACAMA 

Algumas destas diferenças incluem o esqueleto que era apenas de 15 centímetros, ou 6 polegadas, de comprimento. As primeiras teorias indicaram que os restos eram de um bebê prematuro ou um aborto espontâneo. Outras deformidades que confundiu cientistas eram de que o esqueleto tinha apenas dez costelas, ao contrário do habitual 12, que os seres humanos têm. Eles também acreditavam que o crânio era em forma de cone que, obviamente, não parece humano. Isto ficou mais exagerado ainda através do formato do rosto e da mandíbula que assemelhar-se ainda mais com um ser alienígena. 
Alguns acreditaram que o esqueleto é parte de uma farsa. O esqueleto tinha permanecido privado por seis anos, até 2009. Até 2012, quando os cientistas foram capazes de estudar o esqueleto através de raios-x, tomografia computadorizada e de amostragem genética. Devido à natureza árida do deserto de Atacama, isso significava que o material biológico, como os pulmões e o coração ainda estavam ligeiramente preservados. A teoria que o ATA era um feto foi refutada através da existência de dentes maduros na boca e que os ossos estavam bem desenvolvidos, e tinham a semelhança dos ossos numa criança 6-8 anos de idade. A outra questão que permanece é porque do esqueleto ser tão pequeno. É possível que Ata fosse sido atingido com nanismo. No entanto, a menor pessoa que foi medido tinha 54,6 centímetros, ou 21,5 polegadas, de altura. Outra teoria é que Ata estava sofrendo de progeria que traz sintomas de envelhecimento muito cedo na vida. Também é possível que Ata foi mumificado como um bebê abortado ou um natimorto. No entanto, isso não poderia explicar o crescimento do esqueleto ou as nervuras em falta. Há ainda muitas perguntas a responder sobre a Ata, e testes mais genéticos estão sendo realizados com pesquisadores que prometem que seus resultados serão publicados em uma revista científica credenciada, e eles afirmam: O resultado poderá surpreender a todos e mudar nossa visão de mundo! Nos resta apenas aguardar!

 
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