sexta-feira, 10 de março de 2017

Se você tem covinhas na bochecha, tens de saber disto imediatamente...

20% das pessoas em todo mundo possuem covinhas (barroquinhas), sejam elas nas bochechas, ou em casos mais isolados, no queixo.



Ariana Grande, Leonardo DiCaprio, Juliana Paes. Sabes o que estes famosos possuem em comum? Uma covinha na bochecha quando sorriem. Mas esta característica não é apenas deles e sim de pelo menos 20% das pessoas. Além das covinhas na bochecha, também há algumas pessoas que a possuem no queixo.

Para a sociedade são poucas as pessoas que nascem com o privilégio de ter covinhas, mas o que poucos sabem é como ocorre a formação desta característica. Na verdade, trata-se de uma deformação do tecido muscular no rosto, que no desenvolvimento durante a gravidez não consegue atingir o tamanho ideal. Sendo assim, as famosas covinhas são más formações congénitas.

Como se formam as covinhas?

Contrariando o que muitas pessoas pensam sobre má formação congénita, as covinhas na bochecha acabam por deixar o rosto mais atraente e bonito. Elas são consideradas um “defeito” genético, pois o músculo da face deveria ter um tamanho maior do que ele realmente se apresenta nestas pessoas que possuem a covinha. Geneticamente falando, o tecido fibroso que existe na bochecha acaba por aderir à pele e aos músculos da face, causando uma retração quando alguém sorri.

Por esta razão surge a covinha, que como já foi mencionando também pode aparecer no queixo, sendo neste caso a adesão do tecido fibroso entre a pele do osso da mandíbula. A maioria dos bebés nascem com as covinhas, mas com o passar do tempo vão crescendo e os músculos da face também, tomando a forma que realmente devem ter.

Covinhas artificiais

Apesar das covinhas serem características genéticas, ou seja, repassadas dos pais para os filhos, há quem deseja tê-las de qualquer forma. Por isso, muitas pessoas recorrem a cirurgias plásticas, com o intuito de obter as tão famosas covinhas. Porém, de acordo com o cirurgião plástico da Universidade Federal de São Paulo, Miguel Sabino, este tipo de procedimento cirúrgico é muito complexo, tendo em vista que é necessário deixar as covinhas de forma simétrica dos dois lados da face.