segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Ele confessou antes da sua morte: ''Me perdoem! Eu inventei uma doença grave em crianças apenas para vender comprimidos''

O criador do hoje conhecido como transtorno de déficit de atenção foi chamado Leon Eisenberg, que morreu em setembro de 2009, mas antes de sua morte, em fevereiro do mesmo ano, ele fez uma declaração bastante chocante sobre o TDAH.

Leon disse que a suposta doença era fictícia e que ele estava agora diagnosticando, alegando que ele havia inventado isso para diminuir os produtos farmacêuticos e vender tratamentos para o transtorno do déficit de atenção, mas que as pílulas realmente não fizeram nada.

Lamento tudo o que causa, agora os pais devem saber que o sentimento de culpa desaparece dessa forma para saber que a criança não nasceu desse jeito.

Foi nos anos sessenta, quando Eisenberg começou a estudar este distúrbio mais completamente, já que há muitos anos antes, especificamente desde 1930, um estudo foi aberto para investigar crianças que sofrem de nervosismo extremo e fácil distração.

Os médicos dessa época diagnosticaram-na como síndrome pós-cérebro, mas foi o médico de Eisenberg que conseguiu relançar o nome como TDAH e fazer com que os pais acreditassem que esse tipo de transtorno tinha causas genéticas.

EM FEVEREIRO DE 2009

Ele concedeu a última entrevista em que ele pediu que os especialistas em neurologia, psiquiatria e psicologia continuassem investigando essa desordem, já que a receita da pílula não produziu nenhum tipo de efeito sobre a criança, apenas adormeceu.

As publicações foram publicadas no jornal Der Spiegel em 2012, onde a última entrevista com o médico foi transcrita. Esse fato causou muita controvérsia e controvérsia a favor dos defensores e detratores da notícia, mas o que é surpreendente é como continuar a diagnosticar o TDAH e alimentar a teoria de que é uma doença.

FONTES:

Associação Americana de Psiquiatria. (2013)

Barkley, R. (2006). Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, terceira edição: Manual de diagnóstico e tratamento, publicações de Guildford. Nova York.

Eisenberg, L. (2007). Comentário com uma perspectiva histórica de um psiquiatra infantil: quando "TDAH" foi o "filho com dano cerebral". Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology, 17 (3): 279-283.