terça-feira, 6 de março de 2018

ALERTA: Bebida famosa está a causar câncer de próstata e mama e muitos nem sabem!

Esta informação é muito importante para a prevenção do cancro… O leite aumenta consideravelmente os riscos de cancro da mama e da próstata.


E hoje é ainda pior devido à péssima qualidade do leite industrializado.

Vários estudos já comprovaram isso.

No “American Journal of Clinical Nutrition”, Patricia Moorman apresentou algumas hipóteses sobre como o leite está relacionado com o cancro da mama.

Aqui estão alguns pontos do artigo que resume muito bem a relação entre o consumo de leite e o cancro da mama:

Uma vaca grávida produz estrogénio extra que acaba no leite e o excesso de estrogénio é conhecido por fazer as células do cancro da mama se multiplicar.
A gordura do leite de vaca provoca a libertação excessiva de estrogénio no corpo da mulher.

É possível que componentes do leite de vaca, tais como o IGF -1, estimulem o crescimento de células cancerígenas.

Num teste feito com tubos de ensaio, o IGF -1 pareceu acelerar o crescimento das células do cancro da mama, e ele pode ser mais potente do que o estrogénio, nesse sentido.

As vacas também recebem a hormona de crescimento bovino (BGH) para aumentarem a sua produção de leite e elas acabam por produzir em média duas a quatro vezes mais IGF-1 do que as vacas que não tomam a hormona.

No livro “Your life in your hands” (“Sua vida em suas mãos”), a professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey, conta como sobreviveu depois de cinco tumores mamários e a práticas médicas convencionais para tratar o cancro – simplesmente eliminando da sua dieta todos os alimentos lácteos.

Quando diagnosticaram o cancro da mama na primeira vez, ela se submeteu a uma mastectomia e a irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénio e poderia-se curar o cancro.

Mas isso não aconteceu.

Pelo contrário: o cancro reproduziu-se por até quatro vezes.

Ela sofreu a amputação de uma mama, submeteu-se a radioterapia e a quimioterapia.

Aproveitando uma viagem do marido à China, Jane – que já estava sem esperanças – verificou que nesse país tal enfermidade era quase inexistente, pois só uma em cada 10.000 mulheres morre de cancro da mama na China, enquanto no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.

Investigando a forma de vida e alimentação dos orientais, Jane e o marido descobriram que as mulheres chinesas não tinham cancro da mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam.

E mais: os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por consumir leite de vaca.

Eles nunca o utilizam, muito menos para amamentar os bebés.

Não é à toa que mais de 70% da população mundial é incapaz de digerir a lactose.

Jane acredita que a natureza tenta nos avisar há tempos que estamos a consumir um alimento que não devíamos.

Quando Jane escreveu tudo isso, estava a fazer quimioterapia por causa do quinto tumor mamário. E foi então que decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite: sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc.

Resultado: em poucos dias o tumor começou a encolher.

Duas semanas depois da segunda sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e seus derivados, o tumor começou a mudar.

Logo abrandou e começou a minguar.

Umas seis semanas depois havia desaparecido.

O oncologista de Jane, do Hospital de Londres, ficou surpreso ao examiná-la e não encontrar o tumor.

Pelo visto, não esperava que alguém com um cancro tão avançado — pois já havia invadido o sistema linfático — pudesse sobreviver.

Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar o seu ceticismo inicial e na atualidade recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe tinha salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e a sua experiência no livro antes mencionado.

E de imediato mais de 60 mulheres afligidas pelo cancro da mama se puseram em contato com ela para pedir conselhos.

E os seus tumores também desapareceram.

“Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substância tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde, agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o cancro da mama é similar à que existe entre o tabaco e o cancro do pulmão”, explica Jane Plant.

Outras pesquisas reforçam o fato.

Em 1989, por exemplo, o Dr. Daniel Cramer, da Universidade de Harvard, determinou que esses produtos estão implicados na aparição do cancro do ovário.

E os dados sobre o cancro da próstata conduzem a conclusões similares.

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que o número de homens que padecem deste cancro na China é de 0,5 por 10.000, enquanto no Reino Unido o número é 70 vezes maior.

Na China, praticamente não se consome leite.

No Reino Unido, consome-me bastante.

Coincidência? Reflita.