quarta-feira, 14 de março de 2018

Especialistas japoneses afirmam que o DNA do Polvo é de origem extraterrestre

Pesquisadores da Universidade de Chicago, juntamente com homólogos científicos japoneses no Instituto Okinawa, mapearam o genoma do polvo. A estrutura de DNA do polvo é extremamente complexa, constituída por mais de mil quinhentos milhões de pares de bases e mais de 30.000 genes.


O Projeto Genoma Octopus foi criado com o objetivo de esclarecer as estranhas habilidades do cefalópode. 

Escolhido para o exame foi o polvo de dois pontos da Califórnia, chamado pelos dois pontos nos lados de suas cabeças que se parecem com olhos extras, uma defesa contra predadores. O projeto se concentrou em resolver os mistérios que cercam as criações de sequenciação genética "estranha" e estranho conjunto de talentos.

ALIENÍGENA NO MAR PROFUNDO

Os polvos podem realizar tarefas muito intrincadas com seus tentáculos, como abrir contêineres e usar ferramentas. Acredita-se que os otários do polvo têm a capacidade de testar as presas que capturaram. Eles também podem mudar rapidamente a cor de sua pele, um talento que está sob escrutínio devido à sua utilidade para os seres humanos que um dia poderão criar roupas com esses recursos do camaleão.

De todas as muitas dotações de polvo interessantes que merecem ser estudadas, a descoberta mais fascinante é que eles parecem ter uma capacidade que não é comumente encontrada em invertebrados: a capacidade de reescrever seu código genético. Humanos e outras criaturas têm essa habilidade, mas a uma taxa muito menor do que o polvo.

Os seres humanos também têm um número menor de genes, um terço menos do que o polvo. Igualmente fascinante é o fato de os cientistas terem pensado que o tamanho do genoma do polvo era total porque tinha duplicado ao longo de sua evolução. Desde então, descobriram que não houve duplicações.

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