quarta-feira, 16 de maio de 2018

Parafuso de 300 milhões de idade descoberto na Rússia poderia mudar a história do mundo

Existem inúmeras descobertas arqueológicas que a ciência não consegue entender. Este parafuso em miniatura é provavelmente outro crinóide curioso.


CIENTISTAS RUSSOS

Eles encontraram o "artefato" anômalo por acaso, enquanto estavam realizando uma análise após a queda de um meteorito na região de Kaluga, quando se depararam com um objeto misterioso que parecia um parafuso hoje.

Os cientistas ficaram desnorteados e não sabiam o que pensar sobre isso. Veio do espaço? Esta é a prova das antigas civilizações que habitaram a Terra há milhões de anos? Ou é apenas mais uma criatura fossilizada?

O fóssil que envolve o parafuso tem cerca de 2 cm de comprimento. Foi descoberta em uma expedição científica foi conduzida por um grupo chamado grupo Kosmopoisk, que é um grupo de pesquisa científica responsável pela condução de investigações relacionadas a OVNIs, criptozoologia pesquisa paranormal e pseudociência.

Inicialmente, eles se prepararam e foram procurar os restos do meteorito que impactou a região de Kaluga na Rússia. De repente, eles encontraram o parafuso, e incrivelmente, após a análise paleontológica, descobriu-se que a idade da "pedra" era entre 300 e 320 milhões de anos. O artefato foi analisado por meio da tecnologia de raios X, que forneceu aos pesquisadores outro golpe, supostamente outro parafuso estava presente no interior.

Muitos cientistas tentaram explicar a origem e os detalhes do "parafuso", alguns propuseram que poderiam ser os restos de crinóides (animais marinhos que compõem a classe Crinoidea dos equinodermos). Muitos se recusam a acreditar que estamos vendo Crinóides, embora essa seja a explicação mais precisa.

Um parafuso que mostra que a vida extraterrestre esteve presente na Terra há milhões de anos atrás? Ou existe a possibilidade de que possa ser evidência de civilizações antigas no passado que possuíssem tecnologia muito avançada? Como é possível que um parafuso tenha sobrevivido "intacto" por 300 milhões de anos?