terça-feira, 24 de julho de 2018

Alerta: Neurologista revela os alimentos que podem aumentar o risco de Alzheimer

O principal neurologista em medicina natural revelou os alimentos que podem aumentar o risco de Alzheimer e os que podem diminuir!

O doutor David Perlmutter é considerado o principal neurologista em medicina natural dos Estados Unidos.

O autor do best-seller “A dieta da mente: A surpreendente verdade sobre o glúten e os carboidratos” acusa uma dieta rica em carboidrato de ser altamente prejudicial ao cérebro.

Segundo ele, consumindo muito carboidrato, aumentamos as probabilidades de sofrer com demência em até 90%.
Isso foi descoberto depois de um estudo realizado com voluntários que consumiram carboidratos regularmente.

Na mesma pesquisa, um grupo que tinha a dieta mais rica em gordura diminuiu o risco de problemas cerebrais em 44%.

Sabendo disso, devemos mudar nossa concepção em relação às calorias.

Ela não é um problema apenas para quem quer perder peso, mas também para quem deseja manter a saúde do cérebro por muitos e muitos anos.

Ou seja, para toda a gente.

As calorias dos carboidratos elevam a glicose no sangue.

Se não quer ter problemas de saúde, o doutor David Perlmutter recomenda uma alimentação rica em gordura e pobre em carboidratos.
O especialista também adverte que consumir regularmente mais de 25 gramas de frutose por dia aumentará bastante o risco de demência e doença de Alzheimer.

Consumir muita frutose inevitavelmente causará estragos na capacidade do seu corpo de regular os níveis adequados de insulina.

Outra informação importante é que ratos alimentados com xarope de frutose tiveram um prejuízo enorme nas habilidades cognitivas.

Eles, por exemplo, apresentaram dificuldades para lembrar o caminho para sair de um labirinto, coisa que aprenderam seis semanas antes.

O cérebro desses ratos estava mais lento e mostrou um declínio na atividade sináptica.

O problema não pára por aqui.

O glúten também é um grande vilão para o nosso cérebro.
Doutor Perlmutter enfatiza que a sensibilidade ao glúten está envolvida na maioria das doenças crónicas, incluindo aquelas que afectam o cérebro.

Além disso, ele sensibiliza o sistema imunológico e promove inflamação.

Infelizmente, muitas pessoas, até mesmo as que são da área de saúde, ainda acreditam que, se você não tem doença celíaca ou sintomas digestivos, pode comer glúten a vontade.

A doença celíaca completa, que é uma forma extrema de sensibilidade ao glúten, afeta cerca de 2% das pessoas no mundo ocidental

Mas a sensibilidade não celíaca ao glúten pode realmente afetar de 30% a 40% de todas as pessoas.

O doutor Perlmutter faz outro alerta.

Os alimentos transgénicos criam proteínas nunca antes encontradas em qualquer grão ou alimento natural, de modo que os grãos transgénicos produzem um duplo impacto contra o sistema imunológico.

As alergias alimentares parecem claramente ser um dos efeitos colaterais mais notáveis de uma dieta de grãos transgénicos.

Definitivamente, o nosso cérebro precisa de gorduras saudáveis.
De acordo com o Dr. Perlmutter, essa onda de cortar a gordura da dieta, a fim de emagrecer, tem sido muito prejudicial à saúde do cérebro.

Porque, quando você elimina a gordura da dieta, você preenche as lacunas com carboidratos prejudiciais à saúde.

Gorduras benéficas incluem manteiga orgânica de leite não pasteurizado, ghee, kefir, iogurte natural, azeitonas, azeite extra-virgem, óleo extra-virgem de coco, nozes, ovos caseiros, salmão selvagem (do mar, não cultivado em cativeiro) e abacate.

Se está à procura da maneira mais simples de reduzir o risco de demência, incluindo a doença de Alzheimer, o doutor Perlmutter apresenta o seguinte plano:
Reduzir o consumo de carboidratos (não vegetais), incluindo açúcares e grãos.
Aumentar o consumo de gordura saudável.
Aumentar a ingestão de gordura ómega 3 e reduzir o consumo de gordura ómega 6.
Fazer exercícios, pois isso produz mudanças bioquímicas que fortalecem e renovam não apenas o corpo, mas também o cérebro – particularmente as áreas associadas à memória e ao aprendizado.
Reduzir o consumo total de calorias, incluindo a prática regular do jejum intermitente .