quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Estudo de Harvad confirma: ''Pessoas que falam com animais são as mais inteligentes''

Na realidade, como confirmado por Nicholas Epley, professor de Ciências Comportamentais da Universidade de Chicago, é precisamente essa capacidade de tornar as coisas humanas, o que nos torna inteligentes. 

O estudo conduzido pelos dois estudiosos destacou como o antropomorfismo também se estende a objetos inanimados. Não é por acaso que aprendemos desde a infância a brincar com bonecas e bichos de pelúcia, dando-lhes um nome e conversando com eles.

As condições no estudo dos dois cientistas também é aplicável no caso de bonecos ou fantoches, e em qualquer idade. O antropomorfismo, no entanto, não é aplicável apenas a cães ou brinquedos, ele sempre foi usado nas ciências naturais. Quantas vezes ouviu as notícias de um furacão com um nome humano? 

É um comportamento comum dos meteorologistas vincular esses nomes, como para nós a rotina é falar com o nosso cão enquanto o mimamos de alguma forma. Além de serem mais inteligentes do que as outras pessoas, aqueles que têm essa atitude mostram uma criatividade marcante. No entanto, comportar-se dessa maneira não é útil apenas para nós humanos!

Na verdade, tratando com frequência o nosso animal de estimação como se fosse uma pessoa e falando com ele, irá aprender ao longo do tempo a reconhecer palavras diferentes e o tom da nossa voz, para entender o nosso estado de espírito. O aumento na capacidade de experimentar empatia em animais é, portanto, uma consequência direta do antropomorfismo.

Portanto, não há necessidade de se envergonhar se for pego na rua falar com o cão, ou se chamar o seu gato como se fosse o amigo de longa data. Ignore qualquer um que olhe para você com cara feia, você tem ciência do seu lado e mesmo que assim não fosse, só você pode saber o quão inteligente é seu amigo de quatro patas!
Fonte: https://scholar.harvard.edu/files/gsherman/files/sherman_and_haidt_cuteness_and_disgust_emotion.pdf