segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Mistério: Não há registo de morte de cidadãos chinês em Portugal!

Todos nós sabemos que a comunidade chinesa tem crescido em Portugal dia após dia.

Existem cada vez mais famílias chinesas a investir em novas lojas por todo o País, mas o mais alarmante é quando se tentou encontrar os registos de óbitos dessas mesmas famílias.

Todos sabemos que existem cidadãos chineses a falecerem em Portugal todos os anos, mas um estudo assustador mostrou que entre 2000 e 2004 Portugal não teve qualquer registo de óbito de um membro Chinês em Portugal.

O que acontece é que a embaixada chinês, sempre que um cidadão chinês morre, trata de transportar os corpos dos falecidos de volta ao país de origem.

À primeira vista não tem mal nenhum pois é normal que se queira voltar para as origens, mas parece que existe aí um pequeno esquece de imigração ilegal.

Ao não ser registado como falecido os chineses podem passar os vistos de residência e de trabalho de uns para os outros, neste caso dos falecidos para os novos chineses que vierem para Portugal.

Esta notícia saiu o ano passado no Expresso e desde então não tem deixado de estar na boca do mundo.

Segundo o instituto nacional de estatística estimou-se que entre 2000 e 2004 morreram chineses em Portugal… Esse dado é um pouco contraditório visto que Y Ping Chow, líder da Liga dos Chineses em Portugal, estima que possam haver cerca de 17 mil chineses a viver em Portugal e esse número aumenta dia após dia.

Este dirigente também já tentou explicar “é evidente que os chineses não morrem menos do que os outros cidadãos portugueses”. A verdade é que quando alguém sente os primeiros sinais de uma doença grave, “normalmente viajam para a China, porque é lá que querem falecer”.

No entanto, isso não justifica o facto de não existir uma única morte em 5 anos.

O dirigente afirmou ao Expresso que “Anualmente, é claro que há pessoas que morrem. Algumas vão mesmo parar aos hospitais públicos portugueses. Há até quem seja velado segundo a tradição portuguesa. Muitos deles são cremados e enviados para a China. Noutros casos, as famílias vêm buscá-los”.

Mas as suspeitas da existência de ilegalidades aumenta drasticamente quando são mortes inesperadas.

Segundo esse mesmo dirigente, através da petição de fundos na comunidade, é contactada a Embaixada da Repúblico da China que trata de completar procedimentos invisíveis, seguidos do envio do corpo numa urna fechada através de um avião.

A confusão existente existe porque os corpos não são passados pela entidade que regista os óbitos, são mandados por registar, de modo ilegal.

Existem teorias que afirmam que eles fazem isso para evitar investigações pois muitos deles podem estar ilegais e têm medo que investiguem o seu caso e que encontrem as suas famílias também ilegais a viver em Portugal e acabariam deportados para a China, o que era terrível para a sua reputação.

O semanário Expresso tentou contactar a Embaixada da China em Portugal, mas decidiram não se prenunciar.