segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Concentração misteriosa de energia magnética é detectada na pirâmide de Gizé

A pirâmide de Quéops e a concentração de energia magnética: talvez em Gizé ainda não descobrimos tudo ...

As células solares do futuro serão inspiradas pela Pirâmide de Quéops: além das lendas, a Pirâmide de Gizé foi estudada com os métodos da física e surgiu que consegue concentrar energia eletromagnética, e precisamente as ondas de rádio, tanto nas câmaras internas como na base. 

Desta forma, seria possível projetar nanopartículas inspiradas na estrutura deste edifício que sejam capazes de reproduzir um efeito similar no campo da óptica, para serem usadas na obtenção de células solares mais eficientes. Isso é indicado pela pesquisa publicada no Journal of Applied Physics e realizada por físicos da Universidade de Itmo, em São Petersburgo, e pelo German Laser Center, em Hannover. Para Tullio Scopigno, físico da Universidade Sapienza, em Roma, a aplicação proposta pelos pesquisadores é interessante "mas este estudo deve ser feito com cautela, pois é baseado em modelos matemáticos que ainda não são apoiados por testes experimentais". Os pesquisadores conduziram o estudo porque estavam interessados ​​na estrutura do túmulo do Faraó Quéops do ponto de vista físico. Em particular, eles queriam ver como as ondas de rádio são distribuídas em sua estrutura complexa. Para isso, eles assumiram que não havia cavidades desconhecidas e que o material de construção de calcário era uniformemente distribuído. Com base nessas hipóteses, uma simulação matemática foi desenvolvida e foi visto que a Grande Pirâmide pode concentrar as ondas de rádio em suas câmaras internas e abaixo da base, um pouco como uma parábola. Isso porque "o comprimento de onda das ondas de rádio, entre 200 e 600 metros, está em certa proporção em relação ao tamanho da pirâmide". Isso significa que, para ter o mesmo efeito com outros tipos de radiação que possuem diferentes comprimentos de onda, como a luz, você precisa de estruturas de tamanhos diferentes, precisamente dispositivos miniatura são necessários. É por isso que os pesquisadores planejam projetar nanopartículas, com alguns milionésimos de milímetro de tamanho, e em forma de pirâmide, capazes de reproduzir efeitos similares no campo óptico, para serem usadas em células solares.

Sem prejuízo da verificação adicional e necessária da validade da tese, o que pode ser dito. Em nossa opinião, a reflexão é muito simples: das pirâmides egípcias só conhecemos alguns aspectos, como o valor arquitetônico, simbólico, artístico, religioso. Mas poderíamos estar no final de um rio e na foz de um mar particularmente vasto, onde talvez o futuro contenha algumas surpresas, talvez a confirmação de que essas estruturas não são terrestres. Quanto à concentração de energia, outras pirâmides do mundo - começando pelos bósnios de que falamos no blog - parecem ter propriedades específicas. E isso, em nossa opinião, é um fato particularmente interessante.