quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Prostituta que dormiu com Trump zomba de seu ''pênis minusculo''

Uma prostituta de 22 anos chamada Ivana Kamensky, afirma que foi uma das prostitutas que tiveram relações sexuais com Donald Trump em Moscou em 2011, acrescentando que o presidente americano tinha o menor pênis que já havia visto.


Em uma entrevista com o jornal Moscow Daily Herald, a jovem descreveu em detalhes a noite que ela supostamente passou no quarto de hotel de Trump cinco anos atrás.

Kamensky alega que foi contratada por Donald Trump, juntamente com duas de suas amigas, para realizar vários atos sexuais degradantes, como urinar nele e uns nos outros.

Ela disse que ficou chocada com o tamanho incrivelmente pequeno de seu pênis, e se lembra de rir disso com as outras duas garotas.

"Muitas partes de seu corpo são muito pequenas, não apenas suas mãos", disse ela ao jornal Moscow Daily Herald.

"Eu dormi com centenas de homens e vi alguns pênis pequenos, mas ele é de longe o menor que eu já vi."

Ela descreveu os órgãos genitais de Mr. Trump como sendo do tamanho de uma uva, com apenas 2,5 cm de comprimento quando totalmente ereta.

"Não ficamos surpresos quando ele pediu alguma coisa incomum, porque ele não estava fisicamente preparado para se envolver em qualquer tipo de penetração normal".
Kamensky diz que recebeu US $ 10 mil por sua noite com o Sr. Trump, que é mais do que a média de trabalhadores russos ganham em um ano.

De acordo com Ivana Kamensky, Donald Trump pagou US $ 30.000 por uma noite com ela e duas outras prostitutas em julho de 2011 e pediu-lhes para realizar muitos atos sexuais pervertidos.

As alegações de Kamensky parecem confirmar as alegações não verificadas sobre Trump sendo pego em filme com prostitutas em Moscou e São Petersburgo, causando um escândalo já apelidado de “Golden Shower Gate” por alguns meios de comunicação.

O escândalo tem sua origem em um dossiê de 35 páginas compilado por um ex-agente do MI6, contendo alegações não verificadas de que oficiais de segurança russos têm material comprometedor sobre Trump que poderia ser usado para chantageá-lo.

De acordo com o dossiê, o Kremlin vinha alimentando Trump com algumas informações comprometedoras sobre seus oponentes há anos. Também havia adquirido informações comprometedoras sobre o próprio Trump que poderiam ser usadas como chantagem.

Há alegações de atos sexuais “pervertidos” e também de contato frequente entre a campanha de Trump e os intermediários do governo russo.

Trump irritadamente negou as alegações feitas no dossiê durante sua primeira conferência de imprensa como presidente eleito.

Ele descreveu as acusações como "notícias falsas" e criticou abertamente a mídia que cobriu a história.

Considerando a tendência de Trump de reagir pessoalmente à maioria dos críticos em sua conta no Twitter, é bastante provável que ele reaja às alegações de Kamensky nos próximos dias.