quarta-feira, 3 de julho de 2019

A vida lá fora! O método de detecção de planetas extra solares parece ter a resposta!

Graças aos métodos de detecção de planetas extrasolares, uma equipe de cientistas conseguiu identificar os planetas onde o processo de vida poderia ser formado da mesma forma como aconteceu na Terra, graças às condições químicas ideais. 

Graças ao trabalho árduo da equipe, descobriu-se que a probabilidade de o processo de vida se formar em um planeta parecido com a Terra acontece principalmente devido ao tipo e à força da luz que sua estrela emite em seu interior. sistema

Descobriu que os planetas podem recriar o processo da vida ? O método de detecção de planetas extrasolares parece ter a resposta.

O relatório proposto pela equipe de cientistas mostra que as estrelas que emanam a luz ultravioleta necessária podem ativar o processo da vida em todos os planetas que a orbitam da mesma forma que a Terra poderia gerá-la. Isso porque a dita luz serve de alimento para os processos químicos que compõem a vida.

Em um artigo que foi publicado em 2015, foi demonstrado que o cianeto, apesar de ser um veneno mortal, era, na época, uma substância essencial para dar origem ao processo de vida na Terra.

O que essa hipótese indica é que o carbono dos meteoritos que colidiu com uma Terra jovem interagiu com o hidrogênio encontrado na atmosfera, gerando cianeto de hidrogênio. Desta forma, e graças ao impulso da luz emanada pelo sol, formou-se a primeira molécula da vida.

Existem estrelas semelhantes ao Sol?

Ao comparar esta análise com outros cenários totalmente escuros, descobriu-se que as estrelas, na mesma temperatura que o Sol, podem emitir a quantidade necessária de luz para que as primeiras fundações possam ser criadas dentro das superfícies planetárias.

Pelo contrário, as estrelas frias não podem emanar a luz necessária para que as fundações do edifício sejam formadas, com a exceção de se elas têm chamas solares suficientemente poderosas e constantes para que possam impulsionar o processo químico.

Embora o telescópio Kepler tenha sido capaz de detectar vários planetas semelhantes à Terra, com nossa tecnologia atual não podemos alcançá-los para estudá-los completamente. Mas tudo parece indicar que nossa nova casa está cada vez mais perto de ser descoberta.