quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Chips RFID em humanos não serão opcionais e "mudarão a essência do que é ser humano"

A professora de Sociologia Noelle Chesley pinta uma imagem perturbadora, alegando que os chips de identificação por radiofrequência (RFID) serão obrigatórios para todos em algum momento no futuro. Pode eventualmente tornar-se uma prática padrão inserir um chip em uma criança junto com a primeira vacinação.

O CHIP é a marca da besta?

Já existem muitas preocupações em relação à segurança e possíveis desvantagens do uso desses chips. Alguns temem que eles sejam usados ​​pelo governo ou até mesmo por pessoas indesejáveis ​​para espionar um, já que eles serão GPS ativos e os movimentos de uma pessoa podem ser monitorados. Alguns acreditam que, como esses chips poderiam ser usados ​​para fazer compras, a segurança financeira é um problema. 

Outras preocupações incluem que informações privadas podem ser comprometidas, infecções (bacterianas e da variedade de computadores) podem ocorrer e que as pessoas já podem estar marcadas com esses dispositivos sem o seu conhecimento ou consentimento. Mais preocupações extremas incluem a noção religiosa de que essas fichas são diretamente revelada se poderia ser considerado "A marca da besta" ou são parte da teoria de que os Illuminati, o corpo secreto que governa a população, está usando esses chips para manter um olho nas pessoas e manter o controle.

Qualquer que seja a desvantagem, não nega o lado positivo na forma de conveniência para ter esses chips instalados. Eles podem abrir portas, pagar por coisas, desbloquear e ligar seu carro, dar aos pais informações sobre o paradeiro de seus filhos e enviar dados médicos úteis aos profissionais de saúde. Isso pode ser útil em situações de emergência, quando cuidados imediatos são necessários ou no diagnóstico de uma condição. Falando para o lado positivo desses dispositivos, o professor de Cibernética Mark Gasson aponta que os seres humanos já estão na posição de usar dispositivos como seus telefones e computadores como uma necessidade que um chip é o próximo passo. Ele acredita que aqueles que não recebem um ficarão em desvantagem.

Os prós e contras desses chips estão de lado, é preocupante que os RFIDs possam se tornar desnecessários demais e que os locais de trabalho possam ser permitidos em algum momento para negar um emprego ao funcionário que se recusa a ter um instalado. As implicações éticas ainda estão sendo examinadas.