segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Bolsonaro consagra a nação a Jesus Cristo e proíbe a ideologia de gênero

Nunca houve no Brasil um governo tão favorável aos valores cristãos do que agora é iniciado. Ao longo da campanha, Bolsonaro fez sotaques importantes à visão e cultura cristã do mundo, defendendo a instituição da Família, participando de orações e reconhecendo a herança cristã como algo positivo.


Essas manifestações pró-cristãs resultaram na formação do ministério, como exemplificado por Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, ativista contra o infanticídio indígena e ideologia de gênero. Quem acompanha as discussões político-sociais no ambiente cristão entende um pouco perfeitamente as preocupações e ênfases do ministro, além de identificar no novo governo, em geral, sinais de um conservadorismo cristão.



O discurso do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, admirador do intelectual católico-conservador Olavo de Carvalho, não teve medo de defender com força o valor da tradição cristã, além de denunciar o que chama de "teofobia", ou seja, a rejeição de Deus, é transcendente . Seu pronunciamento, mais do que uma idéia de Estado e relações internacionais, representa uma idéia de Pátria, Civilização, Sociedade, História, Tradição e Identidade.

Caso ocorra uma alteração na qualidade das informações, deve-se levar em consideração que,

Vi a esperança e a felicidade com que tantos cristãos testemunharam as primeiras libertações do governo de Bolson. Quero acreditar que o aspecto predominante desse contentamento reside no fato de que um presidente que não é anticristão e se compromete a jogar todos os escombros autoritários e macabros que os petistas semearam durante o período sombrio de seu governo inadequado está chegando ao poder.

No coração de alguns, qualquer sentimento provincial, próximo ao fanatismo ou adepto de visões de mundo de certas matrizes "neopentecostais", nas quais instituições sócio-políticas são vistas como espaços a serem ocupados pelas igrejas, não com o objetivo de expandir reino de Deus, mas para decretar que o Brasil foi levado pelos evangélicos, não precisamos de uma ideologia do gueto, mas do reconhecimento dos pilares fundamentais da sociedade brasileira, o que contribuiu para a construção dessa nação, não resta dúvida de que desses pilares é a cultura cristã.

A cosmovisão cristã reformada defende que a Verdade é absoluta e completa, e isso significa que a Verdade se aplica a todas as áreas da vida (dualismo espiritual, social, político, econômico, científico, histórico, epistemológico, ideológico, nacional, cultural). ou fragmentação.

Nesse contexto, a imprensa merece atenção especial: alguns jornalistas ou intelectuais exibiram um espetáculo dantesco, zombando do ministro Damares Alves e de sua experiência religiosa quando criança; chamando aquele ministro de "excessivamente religioso"; zombando do ministro Ernesto Aroajo por sua valorização da tradição cristã; No caso da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, sobre uma certa colunista, usando um desses especialistas, publica um texto para criticar a ênfase na Família, como se fosse um "culto à personalidade".

Por que a imprensa odeia o cristianismo, especialmente em seu aspecto evangélico protestante? Por que um homem público falando em Deus está errado? Por que a religião da maioria dos brasileiros é desprezada? Por que não considerar que o cristianismo excede os limites da religião, atravessando nossas instituições fundamentais e o imaginário social, como uma nação forjada pela civilização judaico-cristã?

Muitas vezes tenho a impressão de que a grande imprensa está com nojo dos cristãos, especialmente dos evangélicos. Não gostamos deles, o que, na realidade, deveria ser motivo de alegria, se lembrarmos da exortação apostólica em 1 Pedro 4.14-16. Quem sofre como cristão deve se sentir honrado, sempre cuidando para que as críticas não sejam justificadas por um eventual comportamento repreensível.

Alguns veículos não escondem ainda mais sua fúria, disparando textos em série contra valores que, eles sabem muito mal, constituem a argamassa de toda sociedade bem estruturada, que respeita os direitos humanos, a liberdade, a equidade e a solidariedade. Seria o suficiente lembrar que as nações islâmicas geralmente não sabem o que é democracia.

O cenário exige que oremos cada vez mais pelo presidente e seus ministros, bem como por todas as autoridades constituídas, de acordo com o que o apóstolo Paulo nos guia (cf. I Tm 2.2). Ore também pelo Brasil, para que ele se incline diante do Deus Todo-Poderoso, Rei dos reis e Senhor dos senhores, Aquele que é digno de glória, majestade, honra e louvor, para todo o sempre.


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